O pensamento de Deus não é o cristianismo. Não é o de ter igrejas como centros organizados do cristianismo. Não é a propagação do ensino e empreendimentos cristãos.
O pensamento de Deus é o de ter um povo na Terra no qual, e no meio do qual, Cristo é tudo em todos. Esta é a Igreja.
A unidade da igreja faz parte do propósito eterno de Deus. E por isso amo essa unidade. E anseio por ela. Sonho com ela. Por isso não tenho rótulo, ou nome, ou denominação. Pois creio que o estabelecimento de nomes só iria cooperar com a divisão da igreja.
Por isso, apenas digo que FAÇO PARTE DA IGREJA. Digo que faço parte porque não me considero a igreja como um todo. Faço parte dela.
A igreja como um todo é a reunião de todos aqueles que amam e professam o nome do Cordeiro sobre a face da terra. Independente de rótulos, de denominações, de doutrinas, de dogmas...
Deus é Pai de uma única família. E faço parte dela! Junto com centenas de milhares de muitos outros irmãos espalhados sobre a terra. Muitos deles que nem conheço. E muitos que nem os considerava antes.
Considero, também, que o Propósito Eterno de Deus é ter uma família de muitos filhos, semelhantes à Jesus (Romanos 8)!
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. Os títulos são um assunto que, vez por outra, está sempre em evidência, assim como os dízimos. Mas, uma coisa é certa, como é vaidoso o homem! Basta um título qualquer e ele já se incha...
Jesus sempre foi enfático em nos agraciar com Seu amor e ensino, chamando-nos ao discipulado e nos exortando... “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mateus 11).
Então, nos deparamos com homens amantes das primeiras cadeiras ou das em destaques em púlpitos, desfilando seus títulos religiosos e/ou nomenclaturas eclesiásticas!
Muitos se deleitam em títulos, vislumbram ser algo por causa de um título ou encargo.
Alguns nem sequer chamam-nos de “irmão”, pois, seus títulos são muito aquém de nós pobres mortais...
Há um desfile de algumas nomenclaturas eclesiásticas religiosas, títulos que nem encontramos na própria Bíblia!!
Aliás, a apresentação soberba é sempre a mesma: - Aqui quem fala é o PASTOR fulano de tal!! - Eu sou o REVERENDO (???) cicrano!!! - Eu, o APÓSTOLO (???) beltrano!!!
E milhares são os que vivem paparicando estes soberbos intitulados, muitos vivem no puxasaquismo, muito embora a Palavra de Deus já nos alertar em João 12, “Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus”.
Nem mesmo o Senhor Jesus jamais demonstrou superioridade, sempre exaltou ao Pai: ... “Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus”.
Por fim, aos que anseiam por título ou encargo eclesiástico, um rótulo religioso, ser chamado de líder de alguma coisa na igreja, aprendam o que nos ensina a Palavra em Filipenses 2, como é o exemplo que Jesus nos traz de como sermos humildes:
“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome”
. É necessário que andemos como é digno da vocação com que fomos chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-nos uns aos outros em amor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.
Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; Um só Senhor, uma só fé, um só batismo; Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós.
Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo. Por isso diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens.
Ora, isto - Ele subiu - que é, senão que também antes tinha descido às partes mais baixas da terra?
Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas!
. Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho.
E em nada vos espanteis dos que resistem, o que para eles, na verdade, é indício de perdição, mas para vós de salvação, e isto de Deus.
Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nEle, como também padecer por Ele, tendo o mesmo combate que em Paulo tendes visto.
Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.
Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.
Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a Si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
E, achado na forma de Homem, humilhou-se a Si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz.
. As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos acidentes da estrada os feridos têm um celular consigo.
No entanto, na hora de intervir com estes doentes, não sabem qual a pessoa a contatar na longa lista de telefones existentes no celular do acidentado.
Para tal, o SAMU lança a idéia de que todas as pessoas acrescentem na sua longa lista de contactos o NUMERO DA PESSOA a contatar em caso de emergência.
Tal contacto deverá ser feito da seguinte forma: "AA Emergência" (as letras AA são para que apareça sempre este contato em primeiro lugar na lista de contatos).
É simples, não custa nada e pode ajudar muito ao SAMU ou quem nos acuda.
Se lhe parecer correta a proposta que lhe fazemos, passe esta mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos. É tão-somente mais um dado que registramos no nosso celular e que pode ser a nossa salvação...
. Informam as agências de notícias que, ao encerrar o ano paulino, no dia 28 de junho, o Vaticano anunciou que uma análise científica parcial no túmulo onde estão as relíquias de Paulo revelou a presença de fragmentos de ossos humanos que pertenceriam ao apóstolo.
Segundo o papa, o sarcófago que está basílica de São Paulo Extramuros, que nunca fora aberto nestes quase 20 séculos, foi "recentemente objeto de uma análise científica atenta". Uma minúscula perfuração foi realizada para introduzir uma sonda especial que permitiu retirar do túmulo minúsculos fragmentos de ossos. Os testes com Carbono 14 demonstraram que pertenceram a uma pessoa que teria vivido entre o I e II séculos.– Isto parece confirmar a tradição unânime de que se trataria dos restos mortais do apóstolo Paulo.
A sonda também permitiu a descoberta "de restos de um precioso tecido de linho púrpura, com bordados em ouro, e de um tecido azul com filamentos de linho" assim como que "grânulos de incenso", informou.
Segundo a tradição,o apóstolo Paulo morreu decapitado, no ano de 67, em Roma. Como sabemos pela Bíblia, ele descendia de uma família judaica de Tarso (Ásia Menor) e se converteu a fé cristã nascente após ter perseguido os primeiros adeptos. Depois disto, dedicou sua vida à evangelização dos "gentios" ao redor do mar Mediterrâneo.
O cardeal Andrea Lanza di Montezemolo, arcipreste do templo, disse que "não há nenhuma dúvida de que o sarcófago encontrado sob a basílica de São Paulo é do apóstolo”.
Em 2005, enquanto realizava outras tarefas de escavação sob a basílica, um grupo de arqueólogos encontrou o sarcófago. À época especulou-se que ali podiam estar os restos de Paulo.
Há dois meses, os arqueólogos -- liderados por Giorgio Filippi, membro da equipe de especialista dos museus do Vaticano - trouxeram finalmente à luz o sarcófago, que tinha ficado enterrado sob as camadas das diversas basílicas e edificações que durante anos foram se sobrepondo umas sobre as outras.
Sobre o sepulcro que contém o sarcófago é possível ler a seguinte inscrição em latim “Paulo Apostolo Mart”.
Se se confirmar, depois de estudos transparentes e não secretos, a descoberta é uma das mais importantes da história do cristianismo. Quem sabe, confirmada esta descoberta, outras possam ser feitas. Quem sabe estejamos perto de saber qual era o espinho na carne de Paulo, se era uma enfermidade física, que novos exames podem detectar. É aguardar.
. ... parte não material e imortal do ser humano, sede da consciência própria, da razão, dos sentimentos e das emoções.
“E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (Mateus 10).
Fazemos parte da Tricotomia (Espírito-Alma-Corpo), onde nosso espírito voltará a Deus que o deu e nossa carne voltará a terra (Eclesiastes 7), mas, nossa alma prestará contas a Deus, e, se pecarmos, esta morrerá (Ezequiel 18).
Portanto, o “mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.
. O “astro” pop em questão, é chamado de “rei”, seus discos atingirem vendas astronômicas, era conhecido mundialmente, entretanto, a morte o atingiu...
E, muitos são os evangélicos que vivem uma vida, dizendo ser cristã, mas que, permeiam uma busca infindável da prosperidade material, da fama, da glória, do status social, da aparência física!!
Seus “líderes” os exaltam a esta procura!!
Pregadores conferencistas famosos, , principalmente os da mídia televisiva, vivem trazendo discursos inflamados neste sentido!!
Mas, Jesus nos adverte a que, tenhamos uma vida de contentamento com o que possuímos, que não devemos viver ansiosos com o dia de amanhã!!
“Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (Porque todas estas coisas muitos procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6).
. Nosso Amado SENHOR tem uma vinha num outeiro fértil.
E deu de Si por ela, cercou-a, e limpando-a dos sofrimentos, das angústias, dos anseios, plantou-a de excelentes vides; Sobre uma Pedra a edificou; Espera que dos que se dizem Seus, acham bons frutos, porém deu mal frutos...
Agora, pois, ó povo que se diz de Deus, julgai, vos peço!!
Que mais se podia fazer à vinha do Senhor, que Ele lhe não tenha feito? Por que, esperando que desses bons frutos, porém deu maus frutos?
Agora, pois, o que esperaremos que o Senhor venha a fazer a Sua vinha: tirar a sua sebe, para que sirva de pasto; Derrubar a sua parede, para que seja pisada; E a tornar em deserto; Não será podada nem cavada; Porém, crescerão nela sarças e espinheiros; E as nuvens dará ordem que não derramem chuva sobre ela.
Porque a vinha do SENHOR é a Sua Igreja, e os homens de Deus são a planta das suas delícias; Esperou que exercesse juízo, e eis aqui opressão; Justiça, e eis aqui clamor.
Ai dos que ajuntam casa a casa, reúnem campo a campo, até que não haja mais lugar, e fiquem como únicos moradores no meio da terra!
A seus ouvidos disse o SENHOR: Em verdade que muitas casas ficarão desertas, e até as grandes e excelentes sem moradores.
Ai dos que se levantam pela manhã, e seguem a prosperidade material; E continuam até a noite, até que seus cofres se enchem! E harpas e alaúdes, tamboris e gaitas, cantoria e vinho há nos seus banquetes; E não olham para a obra do SENHOR, nem consideram as obras das Suas mãos.
Portanto, o povo que se diz de Deus é cativo, por falta de entendimento... O inferno grandemente se alargou, e se abriu a sua boca desmesuradamente; E para lá descerão o seu esplendor, e a sua multidão, e a sua pompa, e os que entre eles se alegram.
... Os olhos dos altivos se humilharão.
Porém o SENHOR será exaltado em juízo; E, Deus, o Santo, será santificado em justiça.
Então os cordeiros pastarão como de costume, e os estranhos comerão dos lugares devastados pelos gordos.
Ai dos que puxam a iniquidade com cordas de vaidade, e o pecado com tirantes de carro!
E dizem: Avie-se, e acabe a sua obra, para que a vejamos; E aproxime-se e venha o conselho do Santo de Israel, para que O conheçamos.
Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; Que fazem das trevas luz, e da luz trevas; E fazem do amargo doce, e do doce amargo!
Ai dos que são intelectualizados e sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos! Dos que justificam ao ímpio por suborno, e aos justos negam a justiça!
Por isso, como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; Porquanto, rejeitaram ao SENHOR, e desprezaram a Palavra do Santo de Israel.
“Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer por Ele” (Filipenses 1.29).
. A. W. Tozer (1897-1963), pastoreou igrejas por mais de 30 anos, apesar de não ter frequentado seminário teológico, se destacou por seu amplo conhecimento bíblico, por suas fortes pregações, sendo reputado entre os maiores pregadores de todos os tempos...
Vez por outra, presenciamos nos púlpitos, o que podemos definir por teologia da confissão positiva, ou teologia da prosperidade, ou teologia que consagra ‘pastoras’, pois, o que se depara nestas, como tantas outras teologias, é que procuram distanciar o homem da salvação graciosa de Deus, ante o legalismo e/ou fundamentalismo exacerbado!
Precisamos agradar a Deus e nos esquecer da multidão! Ter a consciência de que o Caminho, a Verdade e a Vida é Jesus Cristo e não um corpo de tradições, rótulos, placas e doutrinas.
Continuarei afirmando que, o maior problema da maioria das igrejas de nosso tempo presente, é o grande número de pastores acadêmicos, pastores teólogos, pastores intelectualizados firmados em seus conhecimentos seculares...
Os grandes nomes, os pregadores ilustres da atualidade, divulgam a Palavra de Deus conforme seu bel-prazer, conforme lhes bem agrada, conforme seus fins de enriquecimento e suas posições hierárquicas, donos da pregação daquilo-que-o-povo-quer-ouvir! Meditemos em 2Timóteo 3, versículos 1 ao 5.
Alguns do meio evangélico se rotularam entre meia dúzia de acadêmicos e intelectuais religiosos, faz lembrar-me o que disse pastor Zwinglio:
- “sectaristas vaidosos que comungam com suas posições infantis e heréticas, pensam que são os donos da verdade, que são os melhores exegetas do mundo, que são o depósito da fé, que são os preferidos do SENHOR”...
... esta afirmação nos remete as Sagradas Escrituras a relatar em 2Timóteo - “Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade”.
Alguns defendem pastores/conferencistas pregadores da teologia da prosperidade como ilustres, defendem pastores/lideres que se abstém de expor suas posições quanto às mulheres pastoras para manterem suas posições eclesiásticas, e sobre estes homens, meditando na Palavra de Deus e tomando-A como nosso escudo da fé, ouviremos o que o Espírito nos diz “... Destes afasta-te” (2Timóteo 3).
Amados, há na maioria das igrejas, falta de Pastores Espirituais que defendam a fé em Cristo, que proclamem Jesus como nosso Único e Suficiente e Amado Salvador!
Verdadeiros Pastores que nos tragam sermões que nos levem a santificação, que nos tragam reflexão em arrependimento e nos remeta a uma vida casta e de real temor ao Senhor!
Pastores Espirituais não são lapidados em bancos de faculdade! São homens provados no fogo, fortalecidos em jejuns e orações, e, não em cursos e seminários de teologia, distribuidores de credenciais!
A busca ao conhecimento acadêmico teológico é uma consequência, e não uma exigência...
Verdadeiros Pastores que praticam e pregam o Evangelho (Boas Novas) de Jesus Cristo, que tenham na Bíblia seu único instrumento de justiça, verdade, entendimento e sabedoria, homens que não busquem na Bíblia suporte para seus egos excêntricos, acadêmicos e exibicionistas.
Aliás, os grandes e ilustres pastores, pregadores e blogueiros intelectuais, deveriam ter a humildade que teve o grande profeta messiânico Isaías quando nos revela:
“Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? É inescrutável o seu entendimento” (Isaías 40).
. Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem, as palavras da prudência. Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a equidade; Para dar aos simples, prudência, e aos jovens, entendimento e bom siso...
O sábio ouvir e crescer em sabedoria, e o entendido adquirir sábios conselhos; O temor do SENHOR é o princípio do entendimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução...
DisseJesus:
“Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”.
“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.
"Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos".
"Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor".
. Muitos temos presenciado da utilização errônea e fundamentalista das Sagradas Escrituras, muitos a deturpam, acrescem suas particulares interpretações, excluem aquilo que lhes repreende!!
Para tanto, algumas considerações devem ser feitas para o real entendimento da vontade de Deus e não somente ao conhecimento da letra como fonte secular! Lembremo-nos dos irmãos de Béreia!
Há algumas considerações acerca do que se fazem necessárias a uma vida de proximidade a vontade soberana de Deus, não como imunes a qualquer vitupério, mas na humildade e mansidão, não na obediência a homens corruptos de entendimento, mas, como traz Filipenses1, porque a nós nos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele, tendo o mesmo combate que já em Paulo temos visto.
Rogamos para não sermos conformados com este mundo, mas transformados pela renovação do nosso entendimento, para experimentar qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus:
APÓSTOLOS...
foram escolhidos por Jesus, para levarem as bases da Igreja, sendo necessário, pois, convivesse todo o tempo em que o Senhor Jesus entrou e saiu dentre nós, começando desde o batismo de João até ao dia em que foi Recebido em cima, sendo testemunha da Sua ressurreição (Atos1); Em nosso tempo presente, são homens que se auto denominam, no intuito de gloriarem em si mesmos, querendo mostrar maior autoridade ou espiritualidade sobre outrem.
CRENTES...
pecadores arrependidos, convertidos a Cristo, com rica esperança na gloriosa vinda de nosso Amado Senhor Jesus Cristo, e que, permeiam uma vida de contentamento com o que possuem, buscam ter uma vida somente para Cristo, por vezes, repartem suas posses com os necessitados; Protegem seus corações e mentes e evitam todas as influências corruptoras do mundo; Necessariamente, aquele que é convertido a Cristo abandona muitas das coisas que antes lhes davam prazer; “Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação” (1Coríntios1).
CRISTIANISMO...
conjunto das religiões cristãs; Faz promessas celestiais, porém não as cumpre na terra, cria uma estrutura que a si mesmo paralisa, que causa exatamente aqueles problemas que em seguida tenta eliminar; Somente verdadeiros heróis espirituais foram capazes de, vez ou outra, erguer a cabeça para fora da água desse sistema e dirigir as coisas, por certo tempo, numa direção diferente; Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores (1Timóteo1), não veio fundar o Cristianismo; Notadamente, evangélicos, católicos, dizem praticar o cristianismo, que tornou-se religião de Estado do Império Romano por volta do ano 380.
DIZIMISTAS...
uma grande parcela dos evangélicos que visa em Malaquias3.10, satisfazer seus desejos materiais, denotam sua insatisfação e anseio pela vida que lhes é atribuída; Visam fazer prova com Deus em troca pelo dizimar, enganam-se em fazer esta prova, pois, é a mesma coisa que fazer barganha! A verdade é que as bênçãos mirabolantes não vieram porque Deus nunca as prometeu, e Deus não pode ser manipulado; O sucesso e a riqueza que, porventura, vierem são mais fruto de manobras espertalhonas, para dizer o mínimo, do que resultado de fé.
DÍZIMOS...
um dos preceitos da Lei Mosaica (em torno de uns 600 preceitos – Guarda do sábado; Circuncisão; Animais puros e impuros; Bordas das vestes; Holocausto ou sacrifícios de animais; Purificação, etc); Utilizado em larga escala pelos maiores defensores (e rebatedores) que visam na Palavra de Deus, precisamente em Malaquias3.10, seus argumentos da obrigatoriedade dos 10% para os evangélicos da dispensação, para obterem seus recursos para enriquecimento próprio, camuflado ser em prol da obra de Deus; A grande maioria dos pregadores dizimistas, adotam o próprio sistema de valores: fama, sucesso, materialismo e celebridade...
EVANGÉLICOS...
em sua maioria, convencidos e não convertidos; Não há nada mais fácil que entrar num relacionamento correto com Deus, mas, muitos dos evangélicos buscam não a Deus, mas aquilo que Ele oferece; Vivem uma vida para usufruir de Cristo, dificilmente deixam suas maneiras de vestir, de falar, de se portar, enfim, mantêm suas vidas nos mesmos moldes que outrora; Milhares de evangélicos buscam suas igrejas na base da mais perigosa mensagem pregada em nossos dias: O evangelho do quanto-é-que-eu-levo-nisso.
IGREJA LOCAL...
a grande verdade da existência da Igreja, é o Seu fundador, Jesus Cristo, a fundamental pedra que sustenta o edifício espiritual do Reino de Deus; A expressão Ekklésia, nada tem haver com prédios, templos ou coisa parecida. Tem haver sim, com Comunidade, os chamados para fora; A igreja da atualidade tornou-se uma mentira estrutural, porque desenha a mensagem correta nas cores erradas; Porque usa o material correto, mas o prensa nas fôrmas erradas; O desconcertante é que se queremos espalhar a boa nova o primeiro passo é tirar de cena a tal igreja.
LIDER...
nomenclatura de destaque que certos homens almejam quando estão a frente ou setor em uma entidade religiosa, tal título lhes traz satisfação pessoal, refrigera o ego, os torna como que superiores aos demais membros; Deus não chama homem nenhum para ser líder, muito menos nascem para ser líder, mas, o Senhor levanta homens humildes para que amem Suas ovelhas e que de si se dão por elas; Jesus Cristo é o único Senhor e Mestre, e “Ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência”, de resto, somos somente o corpo, amando-nos uns aos outros, pois, para com Deus não há acepção de pessoas, somos um em Cristo, para que, conforme 1Coríntios12, “não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros”.
PENTECOSTAL...
movimento que difunde o “batismo com o Espírito Santo”, no qual, somente alguns o podem atingir, com difusão do falar línguas estranhas no ato deste “batismo”, utilizam Atos2 como suporte deste movimento, entretanto, no dia de Pentecostes, os irmãos que ali estavam reunidos, começaram a falar línguas de diversas localidades e não estranhas como afirmam; Nota-se ainda, que neste mesmo capítulo de Atos, Pedro relata sobre Joel2.28-29, profecia pela qual, Deus derramará de Seu Espírito sobre TODA carne, e não em meia dúzia, o que, por este movimento, leva a divisão entre membros; Incluem ainda, neopentecostais & Cia; Se baseiam em experiências "místicas"; Crer no batismo com o Espírito Santo é crer que o Senhor já o concedeu quando da igreja primitiva, hoje porém, já somos todos agraciados pelo Espírito Santo, e, não alguns...
PREDESTINAÇÃO...
a teoria da predestinação é difundida pela maioria dos seguidores de João Calvino, pela qual, afirmam, alguns já nascem predestinados a serem salvos, deixando, portanto, sem efeito toda a ação regeneradora do Espírito Santo que convence o mundo do pecado, e da justiça e do juízo, assim sendo, se homens já nascem predestinados a salvação, indispensável será esta divina ação.
SERVOS... sua missão não é lotar o céu, é povoar a terra com significado existencial; Sinalizando o Reino, porém não é "marchar para Jesus" e "pisar na cabeça do inimigo", mas é viver de modo que as pessoas vejam suas boas obras e glorifiquem o Pai que está nos céus (Mateus5).
TEMPLOS...
não há nenhuma analogia entre o Templo em Jerusalém e os prédios (templos) de igrejas locais; A história de Constantino (285-337) abre uma página tenebrosa na história da cristandade, foi ele quem iniciou a construção dos edifícios (templos) eclesiásticos.
TEOLOGIA DA PROSPERIDADE...
teoria criada para demonstrar o quanto o homem é ambicioso e avarento; Com base na Palavra de Deus, desvirtua o Amor de Jesus para salvação de almas, e leva uma parcela significativa dos evangélicos aos desejos materiais; Chegam a classificar de “trouxas” os que não almejam esta prosperidade material; Um grande avanço no campo religioso em se tratando de produção, estímulo ao consumo, investimentos e profissionalização de pessoal; Não se deve perder tempo em apologia ao crescimento material, Jesus Cristo quer o nosso crescimento espiritual.
...
É preciso que se conheça a Palavra
para não ser enganado por qualquer um que se levante com um livro preto nas mãos, fé cega nos ensinamentos de Cristo e pé atrás com os líderes religiosos!
. Vez por outra, mesmo em orações, somos ansiosos, solícitos quanto ao nosso viver, como que preocupados com o que havemos de ter, com o que comer ou vestir, suplicamos por algo que, as vezes pela vontade de Deus, jamais possuiremos, suplicamos por moradia ou por nosso carro, por uma nova roupa, suplicamos por nosso emprego, pelo nosso cargo, por isto ou por aquilo...
Mas, é assim que nos ensinou Jesus??
- Não!!
Então porque andamos solícitos e ansiosos??
Por causa de nossa pouquíssima fé. Pedro deu seus passos ainda sobre as águas, e nós?? Daríamos pelo menos um passo??!!
Jesus Cristo, por Seu infinito Amor, nos vislumbra um Porto Seguro, onde jamais teremos ansiedades, angústias, necessidades...
Assim disse Jesus: “Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida... Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?... De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas” (Mateus 6).
Mesmo assim, andamos inquietos! Cremos ou não em Jesus Cristo?? Confiamos em Sua Palavra??
Esta é uma resposta difícil de ser firme e objetiva. Pois, a cada dia, presenciamos uma multidão lotando templos, ou auditórios, para ouvirem uma palestra sobre prosperidade de um pregador famoso qualquer, uma outra multidão enfileirada para depositar em urnas de igrejas, religiosas, suas ofertas e dízimos, baseados em Malaquias 3.10, para numa troca com o Todo-Poderoso, ganharem uma chave que irá abrir as janelas do céu, e cair a maior abastança! (Eita!!! Acha cofres para guardar tudo!!!)
Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto, não devemos ser solícitos e ansiosos pelos nossos dias e por nossos desejos, devemos sim, apresentar os nossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o nosso culto racional. E não nos conformar com este mundo, mas transformados pela renovação do nosso entendimento, para que experimentemos qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus!!
Não nos inquietemos, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal, mas, busquemos primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas nos serão acrescentadas.
Ao crente fiel e paciente, Jesus garante: ... “eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar”...
“O vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite” (Isaías 55).
Basta somente crer!!! E...
“Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Efésios 5).
. O pensamento de Deus não é o cristianismo; não é o de ter igrejas como centros organizados do cristianismo; não é a propagação do ensino e empreendimento cristãos.
O pensamento de Deus é o de ter um povo na terra no qual, e no meio do qual, Cristo é tudo em todos. Esta é a Igreja.
A unidade da Igreja faz parte do propósito eterno de Deus. E por isso amamos essa unidade. E ansiamos por ela. Sonhamos com ela.
Não temos rótulo, ou nome, ou denominação. Pois cremos que o estabelecimento de nomes só iria cooperar com a divisão da Igreja.
Por isso, apenas dizemos que FAZEMOS PARTE DA IGREJA. Digamos que fazemos parte porque não nos consideramos a Igreja como um todo. Fazemos parte dela.
A Igreja como um todo é a reunião de todos aqueles que amam e professam o nome do Cordeiro sobre a face da terra. Independente de rótulos, de denominações, de doutrinas, de dogmas...
Deus é Pai de uma única família. E fazemos parte dela!
Junto com centenas de milhares de muitos outros irmãos espalhados sobre a terra. Muitos deles que nem conheçemos. E muitos que nem os considerávamos antes. Consideramos também que o Propósito Eterno de Deus é ter uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus!
"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes a imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos"(Romanos 8).
. Há pastores na maioria das igrejas. Muitas pessoas almejam este cargo. Biblicamente, a função dos pastores é cuidar do rebanho de Deus (veja 1Pedro 5.1-2; Atos 20.28). Como servos de Deus, os verdadeiros pastores mostrarão a sua preocupação com a vontade do Senhor, fazendo e ensinando o que Ele diz.
Não mantemos nenhum tipo de laço com nenhuma denominação. A nossa responsabilidade é de fazer a vontade de Deus, e ter a Bíblia como a única fonte de informações sobre a vontade do Senhor. Não temos nenhum motivo para defender nem atacar qualquer pessoa ou organização religiosa. Nosso propósito é bem simples: servir a Deus e ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.
Sem dúvida, este artigo não agradará a todos. Da mesma maneira que o ensinamento de Jesus desafiou os líderes religiosos de sua época, a palavra dEle exige mudanças radicais por parte dos dirigentes de hoje.
Não podemos forçar ninguém a mudar, mas podemos e devemos avisar sobre o perigo de seguir a sabedoria humana, leia Provérbios 14.12; Isaías 55.6-9; Jeremias 10.23; Ezequiel 3.18-21.
Eu sei, de antemão, que este texto vai contrariar os ensinamentos e as práticas de muitos pastores e de muitas igrejas. Mas, não podemos servir a Deus e agradar a todos os homens (Gálatas 1.10).
Aborde o assunto com mansidão e o desejo de aprender a aplicar a palavra do Senhor. "Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma... Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar" (Tiago).
As qualificações bíblicas de pastores/presbíteros/bispos
Paulo cita as qualificações dos bispos/presbíteros em duas cartas (1Timóteo 3.1-7; Tito 1.5-9). A linguagem dele deixa bem claro que ele não está dando meras sugestões, e sim requerimentos. Em 1Timóteo 3.2 ele diz: "É necessário, portanto, que o bispo seja...." Tito 1.7 diz: "Porque é indispensável que o bispo seja...."
Os requerimentos que encontramos nesses dois trechos são qualidades que o Espírito Santo revelou, através de Paulo, como exigências.
Agora, vamos ler o que o Espírito falou nessas duas listas paralelas (bem semelhantes, mas não exatamente iguais).
"Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo" (1Timóteo 3.1-7).
"Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem" (Tito 1.5-9).
Leia esses trechos com bastante atenção. Os pastores que você segue têm todas essas qualificações? São homens? Casados? Pais de famílias? Com filhos crentes? Conhecedores da Palavra? Hospitaleiros? Respeitados por todos? Irrepreensíveis? Professores capazes? Amigos do bem? Têm todas as outras qualidades citadas aqui? Não impõem contribuições pré-fixadas? Vivem para as ovelhas e não das ovelhas?
Homens com todas essas qualificações são uma grande bênção ao povo de Deus, e serão extremamente.
Mas, pessoas que não têm essas qualificações não são autorizadas por Deus a serem pastores. Pessoas não-qualificadas que aceitam o cargo de pastor estão agindo contra o Supremo Pastor. Presbíteros não-qualificados que continuam nesse papel estão violando a palavra de Deus.
É notável que essas passagens não falam nada sobre escolaridade, cursos superiores, cursos de teologia, diplomas, certificados de seminários, etc. Muitos têm colocado tais coisas como seus próprios requerimentos, deixando de lado as exigências de Deus.
Desafios atuais
Não é possível, num pequeno texto como este, elaborar um estudo completo sobre pastores. O propósito deste texto é desafiar cada leitor a estudar mais, procurando entender bem o que Deus revelou sobre pastorear. Mas, não é o bastante ouvir a palavra. Tem que praticá-la (Tiago 1.22-25).
Se você esteja agindo de forma errada, há uma solução só: arrepender-se e começar a obedecer ao Senhor. Pastores não-qualificados devem renunciar, para não trazer a ira de Deus. E se você insiste em seguir um pastor não aprovado de Deus, você terá que escolher entre Deus e os homens (Mateus 15.9; Josué 24.15).
É bem provável que alguns leitores, especialmente os que fazem parte da direção de algumas denominações, não gostarão deste artigo. Não aceite nada que vem de mim ou de qualquer outro homem; mas não rejeite nada que vem de Deus. "Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo" (Gálatas 1.10). . . .
. Vez por outra, encontramos irmãos que nos afirmam que são parceiros ministeriais, que contribuem fielmente para ministérios televisivos...
Muitos afirmam que tais ministérios televisivos estão evangelizando, ganhando almas (??), levando a Palavra de Deus...
Mas, uma coisa é certa e verdadeira, em Mateus 28 disse Jesus:
- “Portanto ide”...
E, neste contexto, pretexto ou texto, nosso Amado Senhor e Mestre, Jesus Cristo, nos ordenou, a todos, para que fôssemos, e não pagarmos para outros irem!!!
Outra coisa certa e verdadeira em Mateus 25, é que, Jesus alerta profeticamente aos que por amor a obra de Deus, confirmarão o recebimento da bendita promessa do repouso eterno, estes que cumprirão os desígnios mandamentos do Senhor:
- ... “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”;
Isto declarado, nos resta ainda a pergunta:
E o que devo fazer para possuir o reino, e qual é a obra de Deus??!!
Assim, através deste mesmo Mateus 25, Jesus, o bendito Rei, nos confirma em resposta:
“Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me.
Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes”.
Bem certo que, nossas orações e nossas ofertas auxiliam sobremaneira o trabalho missionário, trabalho missionário este, por aqueles irmãos amados que se deslocam de seus lares a procura daqueles que necessitam achegar a Cristo, como assim procedeu nosso irmão Paulo, que sofreu açoites, perseguições, naufrágios, prisões, e não estas evangelizações de pregadores da mídia que transladam de aviões, no conforto de belos carros, hospedam em luxuosos hotéis...
Por certo, todos têm um chamado a evangelização, todos temos o mandamento de buscar aqueles que necessitam se encontrarem ao evangelho da paz!
A mídia televisiva sem dúvida alguma, traz algo que auxilia na obra de Deus, mas não nos moldes apresentados, pois, muitos estão se acomodando, deixando para outrem o que é de sua responsabilidade!
Por fim, que tipo de evangelização é esta, apresentada pela maioria da mídia televisiva, que somente apresenta aos seus telespectadores busca a prosperidade material???
Que tipo de evangelização é esta, apresentada pela maioria da mídia televisiva, que rotula aqueles que almejam os céus e não a prosperidade material, como trouxas???
. Como a pregação dos que se baseiam na contribuição dos dízimos, é na referência de Malaquias (na vigência do antigo pacto de Deus para com Israel), existe, por conseguinte, a obrigatoriedade de se praticar toda a Lei dada por Moisés ao povo, pois, correr-se-á o risco de ser amaldiçoado, e não somente por deixar de dar dízimos:
“Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las” (Gálatas 3).
E o que são obras da lei?
A Lei Mosaica é composta por umas 600 disposições, ordens e proibições (Dízimos; Guarda do sábado; Circuncisão; Animais puros e impuros; Bordas das vestes; Holocausto ou sacrifícios de animais; Purificação...).
A Lei fez de Israel algo especial, transformando-o em parâmetro para todos os outros povos. A Bíblia exprime essa verdade da seguinte maneira, “Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra” (Deuteronômio 7).
Por consequência, o Israel do Antigo Testamento era a única nação cuja sua origem foi na pessoa do Deus vivo.
O Senhor Jesus, cabeça da Igreja (Efésios 5), validou toda a Lei Mosaica, “É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei” (Lucas 16), e avançou mais um passo, dizendo, “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mateus 5).
Jesus, ao nascer, também foi colocado sob a Lei, “vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gálatas 4), e sua vida terrena, foi segundo os preceitos da Lei, pois cumpria suas exigências.
Jesus não apenas se ateve pessoalmente a toda a Lei de Moisés. Foi essa mesma Lei que O condenou à morte. Quando tomou sobre Si todos os nossos pecados, teve de morrer por eles, pois a Lei assim o exige!
Vemos que a Lei foi cumprida e vivida por Jesus, e através dEle ela alcançou seu objetivo. Por isso está escrito que “... o fim da Lei é Cristo” (R0manos 10).
Assim, a Lei nos coloca diante do problema do pecado, que não podemos resolver sozinhos. O apóstolo Paulo escreve, “... eu, todavia, sou carnal, vendido a escravidão do pecado” (Romanos 7).
A Lei expõe e revela nossa incapacidade de atender às exigências divinas, pois ela nos confronta com o padrão de Deus. Ela nos mostra a verdadeira maneira de adorá-Lo, estabelece as diretrizes segundo as quais devemos viver e regulamenta nossas relações com nosso próximo.
Além disso, a Lei é o fundamento que um dia norteará a sentença que receberemos quando nossa vida for julgada por Deus. Pela Lei, reconhecemos quem é Deus e como nós devemos ser e nos portar.
Mas existe uma coisa que a Lei não pode: ela não consegue nos salvar!
Ela nos expõe diante de Deus e mostra que somos pecadores culpados. Essa é sua função.
“Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça. Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. Corríeis bem; quem vos impediu, para que não obedeçais à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chamou” (Gálatas 5).
Por certo, sustentamos que, a atual exigência da contribuição dos dízimos, é por um fundamentalismo exacerbado, e que não se pode atribuir tal exigência como fruto de inspiração divina!
Não estamos afirmando que o crente está livre de qualquer lei, existe a Lei de Cristo, a Lei eterna de Deus:
“Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim” (Gálatas 2).
Toda Lei Mosaica tem seu cumprimento em Cristo. Esse cumprimento significa que a Lei de Moisés não é mais a fonte direta e imediata, ou o juiz da conduta do povo de Deus.
“Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” (Gálatas 5).
. . Há alguns anos, somos testemunhas do muito que se apresenta nos púlpitos, ou palanques, ou palcos evangélicos, onde alguém trajando vestimenta executiva, profere palavras, as vezes de ordem, outras, aquelas que-muitos-querem-ouvir...
Vezes por outra, desfilam certa santidade que, incontestável, somente trazem certo alivio momentâneo as almas cansadas, mas que, no retorno de volta em seus lares, desaparecem...
Muito nos tem ensinado o Santo Espírito a que sigamos a paz para com todos a nossa volta, no intuito a que, buscando também a santificação, há de se contemplar a glória do Senhor!
Entretanto, neste pequeno substantivo feminino, paz, onde há ausência de lutas, violências, ou conflitos entre pessoas, encontramos na grande maioria no meio, pelos que, dizendo-se ser povo de Deus, falta de sossego, desunião, ausência de serenidade, intranquilidade de alma!
Por consequência, falta santidade!
Neste sentido, quando se adentra há alguns templos, a situação torna-se caótica, milhares travestidos de santos, cantarolando musicas em letras religiosas, numa perca frenética de um tempo gasto na busca a coisas materiais futuras, muitos trocando suas próprias personalidades...
... porém, quando se está do lado de fora destes mausoléus religiosos evangélicos, a situação de cada indivíduo toma outra direção: invejas, ódios, desconfianças, iras, ciúmes...
... pisam por cima de quem quer que seja no intuito de promoção pessoal, título episcopal, ou posição de destaque...
... há certa santidade divulgada, atrelada a padrões religiosos, proibições, isto-pode-aquilo-não, passam-se por cima da Palavra de Deus, com imposições, criação de maldições, fixação de percentuais do quando cada qual deva ofertar ou contribuir, maneiras, doutrinas humanas!
Sejamos como o Senhor nos tem chamado, crentes, movimentos a parte (Pentecostal? Calvinista? Luterano? Evangélico?), mas, a Palavra de Deus é soberana, pois, também assim pensavam outrora:
“Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado... que há contendas entre vós... cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo?”
Assim, aos coríntios, nosso amado irmão Paulo, escreveu em meados dos anos 55 ou 56, por certo aquela localidade em particular já se carregava em contendas, em dissensões, ajuntavam não para melhor, mas para pior, e muitas heresias.
O que diremos, pois, de nosso tempo presente??
Seria esta asantidade que nosso Amado Senhor nos requer??
Estaríamos perdendo tempo pela maneira santaque nos apresentamos??
. Plano Prevê Livro com 50 Ações Para Assegurar Direitos da Constituição de Família Homossexual.
Esse é um tema que causa polêmica, divide opiniões e é indicador de “confrontos” religiosos. Não obstante, me propus falar desta temática, pois como educador e não podendo ter preconceitos, mesmo tendo minha opinião formada sobre o assunto, preferi apenas informar.
Pois bem: o que poderá mudar com este plano do governo?
No dia 14 de maio, dia do lançamento do “Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais)”, o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi falou sobre o plano.
O governo quer que sejam incluídos nos livros didáticos a temática de famílias compostas por lésbicas, gays, travestis e transexuais. Ainda na área da educação, recomenda cursos de capacitação para evitar a homofobia nas escolas e pesquisas sobre comportamento de professores e alunos em relação ao tema.
Algumas das propostas ainda estão em andamento; como por exemplo, o reconhecimento da união civil de casais do mesmo sexo e da criminalização da homofobia. Propostas como estas tramitam no congresso.
Veja as Principais Propostas:
• Educação: Apoiar cursos sobre diversidade sexual para mestres; incluir o tema nos livros didáticos. • Comunicação: Classificar como inadequadas para menores, obras com conteúdo homofóbico; fazer campanhas de valorização LGBT. • Família: Permitir que casal homossexual adote filhos; criminalizar a homofobia; permitir que o contribuinte inclua o parceiro como dependente. • Justiça: Encaminhar a presídio feminino: transexuais e travestis. • Saúde: Extensão do direito à saúde suplementar ao companheiro. • Programas: Criar políticas de crédito e reforma agrária voltadas para a população LGBT. • Turismo: Incentivar o turismo para paradas gays.
Essas são algumas das medidas que integram o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, documento firmado entre representantes de 18 ministérios.
Agora é com você. Deixe sua opinião sobre o assunto. O que você nos diz?
. Sabemos que nossa comunhão é que nos traz verdadeiro entendimento da gloriosa Palavra de Deus.
Já há mui tempo se faz ênfase sobre os dirigentes eclesiásticos do séc. 21, o que não nos cansamos de afirmar, os quais são homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, ingratos, profanos, sem afeto natural, caluniadores, cruéis, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, que infelizmente, nas igrejas, os evangélicos, que na sua maioria são pessoas desavisadas, desatentas e desinteressadas em conhecer a Palavra de Deus, os chamam de líderes, uma das definições, como já mostrado anteriormente, que mais nos causa repúdio.
Aliás, enquanto vivíamos nas trevas, os cães deste século (... "falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou"...), eram parte do motivo que nos levava a afastarmos da presença do Senhor...
Mas, quando nos rendemos aos pés do Senhor, a cada segundo em Sua presença, aprendemos com nosso amado Consolador, o Espírito Santo, que a Bíblia se conhece em pouco tempo, porém o entendimento vem nos sendo aprimorado no Amor de Deus.
E, temos a certeza do que agrada a Deus e nos alegra o cumprimento de Sua Palavra, fazendo tudo quanto nos manda, de forma Soberana: "... Este é o meu amado Filho; a ele ouvi".
E aquele que dá ouvidos ao Senhor não se confunde com os acontecimentos e se acautela para que "noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles".
Sabemos que a unidade da Igreja de Cristo é fundamental para que vivamos uma vida de inteira comunhão, entretanto, cremos que esta unidade nada tem haver com a união que se divulga na maioria das igrejas evangélicas, mas que esta unidade se dá em Jesus e entre aqueles que realmente desejam buscar a santificação e num Dia glorioso viver com Cristo Jesus, deixando as coisas deste mundo, buscando uma vida de inteira comunhão com Deus.
Fazendo um paralelo entre as parábolas das dez virgem (Mateus 25.1-12) e do semeador (Lucas 8.5-15), com a grande maioria das igrejas e de membros que se intitulam evangélicos, notamos narrativas fidedignas de tudo quanto se haveria de encontrar nestas igrejas e como seria seus membros:
Lucas 8 "E a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram e, indo por diante, são sufocados com os cuidados e riquezas e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição";
Mateus 25 "ENTÃO o reino dos céus será semelhante a dez virgens... E cinco delas eram prudentes, e cinco loucas... chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta... E depois chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos. E Ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço".
Como primar por uma unidade com aqueles que querem viver uma vida de intensa modernidade em prazeres que agradam aos que vivem uma vida secular, "Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós." (1João 2), como haver então tal unidade??
Podemos notar em esta geração, que muitos são os que gostam de escrever sobre a Palavra de Deus, dando seus próprios entendimentos, há vários blogs por aí, achando-se mestres, falam, falam, falam, mas na realidade não dizem nada, não chegam ao âmago da questão, não dão as conclusões verdadeiras, não dizem o que realmente deve ser dito, fazem rodeios, não chegam o ponto fundamental de se servir a Deus...
O que nos diz o Senhor: "Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos" (Mateus 11).
. Os evangélicos tem um costume e doutrina que muito se assemelha ao povo de Israel nos tempos do profeta Samuel, pois, como o povo daquela época, também almejam para si alguém que os conduza, um “líder”!
Examine 1Samuel 8.6: “Porém esta palavra pareceu mal aos olhos de Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos julgue. E Samuel orou ao SENHOR”.
Assim sendo, pela Palavra de Deus, tornam-se cada vez mais cegos, rebeldes, hipócritas, falsos e inconstantes.
Existem certos evangélicos que se acham os santos do pedaço, somente eles é que sabem a verdade, somente eles são quem sabe escrever achando ser a verdade, vivem teologando entre si, uma meia dúzia de intelectuais religiosos.
Indicam leitura de livros e mais livros, lêem dezenas, entretanto, quase nenhum deles indica a leitura da Bíblia diariamente. Porquê? Por que se os evangélicos lerem a Bíblia todos os dias, não haverá tempo para lerem livros escritos pelos teólogos do século 21...
Mas, voltemos a razão desta mensagem:
Existe algum homem que seja líder na Igreja de Cristo??
Não! Não e não!!!
Para tanto, vamos recorrer a textos sagrados:
1. João 21.15-17 - Jesus chama a Pedro para apascentar as Suas ovelhas...
Como todos bem sabem, apascentar é ter cuidado com, socorrer, animar, e não liderar!
2. 1Pedro 5.2,3 - Pedro, como Jesus o ensinou, assim afirma “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho”.
Podemos então, notar que o pastor Pedro, não recomenda liderai, mas disse apascentai, amai, cuidai!
3. Efésios 4.11-13 - O chamado de Deus, por ensino do Espírito Santo será para edificar o corpo de Cristo, para edificar a Igreja, e não para liderar, comandar a Igreja!
Portanto, Deus não chama homem nenhum para ser líder, muito menos nascem para ser líder, mas o Senhor levanta homens humildes para que amem Suas ovelhas e que de si se dão por elas...
Jesus Cristo é o único Senhor e Mestre, e “Ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência”, de resto, somos somente o corpo, amando-nos uns aos outros, pois, para com Deus não há acepção de pessoas, somos um em Cristo, para que, conforme 1Coríntios 12.25, “não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros”.
“Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém”!
. Esta geração moderna corre o risco de cumprir a Palavra de Deus pela profecia de Daniel 12 ... "e outros para vergonha e desprezo eterno". Porquê??
Muitos estão preocupados em simplesmente falar que é de Jesus, querem receber o título de “evangélico”, mas não se preocupam em conhecer a Deus e ter entendimento de qual seja a boa, agradável e perfeita vontade do SENHOR.
Sabemos que este mundo oferece muitas coisas, mas o entendimento do SENHOR nos ensina a termos uma vida regrada e de temor ao SENHOR, ou seja, devemos saber o que podemos fazer e o que não podemos...
"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas". 1Coríntios 6.12
Milhares desprezam o ser chamado "crente", mas o SENHOR assim nos ensina, ... "não mais sejas incrédulo, mas crente", e visto que ... "na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação".
Querem viver de qualquer maneira, os evangélicos afirmam que simplesmente pelo fato de se aceitar Jesus e ter o seu coração para Ele já basta, mas, infelizmente, milhares e milhares de almas que estão dentro das igrejas evangélicas não conhecem ou negligenciam a Salvação – a obra redentora que o Senhor Jesus nos trouxe na maldita cruz do madeiro, pois, "tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores" e "foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades", levando sobre Si o castigo que nos traz a paz.
São milhares e milhares lotando galpões, "templos faraônicos" atrás de prosperidade material, ou se não, somente atrás de paz, amor, e música evangélica em cultos shows gospel, milhares buscam fazer obra de caridade, mas sem a fé em Deus, enfim, lotam estádios, ginásios, shows de “fé-não-sem-em-quem”, templos maiores, cruzadas, levantam a bandeira de Jesus, mas não O confessam como Único e Suficiente Salvador, mas como um gerente bancário celestial.
É uma marcha sem volta, marcha para o hades, pois, os que vivem de qualquer maneira, achando dar somente o coração, mas não o espírito, a alma e o corpo irrepreensíveis para a vinda do SENHOR perdem seu tempo e não chegarão ao fim, a vida eterna com Jesus, a Salvação!!
Sabemos que todos estarão ante o "Tribunal de Cristo", e prestaremos conta de tudo quanto fizemos com nosso corpo, tanto bem como mal, tudo será revelado, o que está encoberto e o que está declarado. (Romanos 14.10-12; 2Coríntios 5.10)
Chegou a hora de se compreender, conforme Efésios 3, "com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade" e "conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios até a inteira plenitude de Deus", "antes exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado", devemos dar lugar ao Espírito Santo para que a obra redentora de Cristo Jesus esteja em nossos corações e, assim, produzir frutos dignos de arrependimento, para que venha "tempos do refrigério pela presença do SENHOR".
Não nos deixemos enganar pela pregação da prosperidade material, Jesus veio nos trazer salvação e não prosperidade material em uma nova era, pois "Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente", devemos notar "os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina" que aprendemose desviar deles.
Sabemos que muitos terão dúvidas quanto ao que afirmamos, mas sabemos que ninguém nesta geração jamais agradou a todos, nem mesmo o Senhor Jesus foi aceito pela minoria, foi insultado, maltratado, ferido, humilhado, mas manteve firme o seu propósito, fazer tudo o que agradava ao PAI, a DEUS TODO-PODEROSO.
Podemos ter a certeza que servir a Deus é com muito trabalho, humildade, vontade e força, bom ânimo, esperança e alegria, Deus não brinca, Ele é JEOVÁ, podemos meditar em milhares de versículos e vislumbrarmos em diversos conselhos do SENHOR, nos regozijando em que "Deus nos amou de tal maneira que nos deu seu Filho Amado, Jesus Cristo".
"Ao único DEUS sábio seja dada glória por JESUS CRISTO para todo o sempre. Amém." ...
. Muitos são os que zombam quando se fala a verdade a respeito dos acontecimentos desta geração, uma geração que prima pelos seus interesses, que pregam buscando galardão somente nesta vida, divulgam a trocar bênçãos materiais por dízimos...
"Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens", nos adverte a Palavra de Deus em 1Coríntios 15.19!
Insensatos que ficam atrás de teclados e de palcos jogando farpas para todos os lados, meninos inconstantes pregadores de versículos bíblicos, meninos que na verdade já deveriam ser mestres pelo tempo...
"Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de sólido mantimento", são os que se dizem ser pregadores conferencistas pastorais em Hebreus 5.12!
São fracos, achando-se fortes, entretanto, como Samuel foi repreendido pelo SENHOR quando teve dó de Saul, "Então disse o SENHOR a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel?" (1Samuel 16.1a ), esta também deve ser a nossa posição com relação aos que querem contradizer tudo aquilo que é concernente à Palavra de Deus, homens que usam a Bíblia para pregarem prosperidade material, bênçãos em riquezas, barganha dizimista, que o evangélico não pode ter doenças, que são super-evangélicos.
Sabemos que ninguém chegará aos céus de qualquer maneira, o Senhor Jesus nos ensinou que quando O servimos somos livres do pecado, da servidão dos vícios, Mateus 11.30 "Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve", ...
É um jugo suave, mas é um jugo, e é um fardo leve, mas é um fardo!! Não é de qualquer maneira que chegaremos aos céus, na morada do Altíssimo!
Quando Jesus faz referência ao seu jugo e fardo, mostrou-nos que para servi-Lo é necessário que deixemos todas as coisas de lado, coisas que nos davam prazer terreno, mas Jesus nos liberta dos vícios malditos, das trevas, da cegueira espiritual...
Ensinou-nos que cada um deve levar a sua cruz, Mateus 10.38, "E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim"... é uma cruz que devemos levar!!
Então como é que de qualquer maneira se serve a Deus?? Com qualquer vestimenta?? Qualquer musiqueta que fala de Jesus em sua letra é louvor??, afinal devemos ou não levar nossa cruz?? Há ou não há uma postura diferenciada do mundo, da moda, da vaidade, dos prazeres do mundo??
Devemos dizer aos pregadores de plantão, contradizentes da Verdade, pregadores da modernidade, que não se chega a Deus de qualquer maneira!!
Assim disse Jesus em Lucas 16: "A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele".
Qual é a força então que devemos empregar para entrar no reino de Deus??
Devemos viver da mesma maneira que vivíamos antes de aceitar Jesus, e depois que levantamos nossas mãos para Jesus, tá tudo bem?? "Tô salvo"??
Cultos em shows gospel, músicas dançantes e pulantes com letras que falam de Jesus trazem santidade e salvação??
Tolo engano!! Devemos sim, nos esforçar, empregar forças para largar os prazeres do mundo, as concupiscências desta vida!!
Oh! Insensatos pregadores!!! Iniciaram no espírito, e estão na carne!!! Como nos afirma as Sagradas Escrituras em 2Timóteo 3.7 , "Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade"!
Àqueles que somente contradizem, querendo pregar um jugo seu, leve e suave, assim diz Jesus (recomendamos que seja lido todo o contexto dos versículos abaixo):
"Mas, a quem assemelharei esta geração? É semelhante aos meninos que se assentam nas praças, e clamam aos seus companheiros" Mateus 11.16
"Uma geração má e adúltera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. E, deixando-os, retirou-se" Mateus 16.4
"Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos" Marcos 8.38
"E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa" Atos 2.40
"Por isso me indignei contra esta geração, E disse: Estes sempre erram em seu coração, E não conheceram os meus caminhos" Hebreus 3.10
"É soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas, contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais" 1Timóteo 6.4,5
Por fim, recomendamos 1Coríntios 11.16:
"Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume"...
. Grande é a guerra entre a disputa pela liderança do ranking de qual a verdadeira igreja de Cristo Jesus. E, as que estão nesta disputa, com certeza, e para cumprimento das leis nacionais, estão registradas em cartórios, e por aí afora, conforme Código Civil Brasileiro.
Porém, nosso Amado Senhor e Salvador Jesus Cristo, assim asseverou em verdade, “... sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do hades não prevalecerão contra ela” (Mateus 16.18).
Então, ficam as perguntas...
Jesus Cristo exige registro de Sua Igreja em algum cartório??? Qual cartório??? Terá algum nome a Igreja de Cristo???
Ao leitor mais atento, podemos afirmar que muitas são as denominações. E, pasmem!!
Como também há as grandes e famosas igrejas, denominações evangélicas, que disputam este grande mercado, dito evangélico (assembléias, batistas, renascer, universal, quadrangular, Deus é amor, entre outras), que lutam de unhas e dentes, atrás daqueles que abrem seus corações e doam ofertas abençoadas, afirmam os pedintes evangélicos que aqueles que ofertam, ou dizimam, serão abençoados, pois, quem planta colhe... o resto todo mundo conhece!
"Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências". 2Timóteo 4.3
Estas ditas denominações não estão se importando em nenhum momento com a santidade do rebanho, com a certeza da fé em Jesus Cristo como Salvador.
A eles, importa é status, fama, fortuna, posição eclesiástica e social, aliás, os 'chefes' destas ditas igrejas, se acham o próprio SENHOR, pois são eles que abençoam, são eles que determinam cura, são eles os senhores do pedaço, é um tal de "eu sou", "eu faço", "eu sou aquilo", "eu determino", e uma série de "eus".
Tolos no engano, amantes de si mesmos, pois em verdade sabemos que o SENHOR é o SENHOR, e que todas as coisas são e existem por que o SENHOR é DEUS, e somente o SENHOR é digno de toda honra, de toda glória, e de todo louvor, e que somente o SENHOR é o EU SOU.
Meditemos na Palavra de DEUS:
• "Respondeu Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EU SOU me enviou a vós". Êxodo 3.14
• "Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há salvador". Isaías 43.11
• "Vós me chamais Mestre e Senhor; e dizeis bem, porque eu o sou". João 13.13
• "Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso". Apocalipse 1.8
Eis o nosso DEUS, o TODO-PODEROSO, SENHOR nosso, DEUS nosso, que edificou a Sua Igreja, que a conhece deste a fundação do mundo.
Aliás, todas as denominações que se tem notícia, nenhuma delas tem pelo menos uns dois mil anos, mas seus chefes as intitulam 'a verdadeira igreja de Cristo', assim afirmam: 'a minha igreja está na Bíblia', 'somente há salvação através da minha igreja', e assim vai...
Mas temos certeza que JESUS virá buscar a Sua Igreja, um "povo seu zeloso especial de boas obras".
Nascemos de novo, somos nova criatura em Jesus Cristo, então, importa que Cristo cresça e eu diminua, não somos nós mais que fazemos, mas é Cristo quem opera em nós, todos, mas todos mesmos, irmãos e irmãs, devemos nos apresentar a DEUS em humildade, chega de estrelismo, chega dos 'chefes' que se intitulam 'líderes', pastores são para servir de exemplo ao rebanho e não para mandar, para ensinar e não para ficar em destaque, a atenção da igreja deve estar direcionada única e exclusivamente a Jesus Cristo.
Portanto, devemos nos apresentar a DEUS, conforme nossos irmãos patriarcas:
• "Então entrou o rei Davi, sentou-se perante o Senhor, e disse: Quem sou eu, ó Senhor Deus, e que é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?" 1Crônicas 17.16
• "Eis que sou vil; que te responderia eu? Antes ponho a minha mão sobre a boca". Jó 40.4
• "Eu, na verdade, sou pobre e necessitado, mas o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó Deus meu". Salmos 40.17
• "Mas Pedro o ergueu, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem". Atos dos Apóstolos 10.26
• "Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?" Romanos 7.24
• "Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis; fizemos somente o que devíamos fazer". Lucas 17.10
Onde quer que estejamos reunidos, adoremos a DEUS em espírito e em verdade, pois o SENHOR procura os que O adorem!
Ninguém nem denominação nenhuma são donos da verdade...
Tenhamos cuidado com os que almejam o título de "líder", quando o Espírito Santo inspirou o primeiro pastor, o pastor dos gentios, nosso amado irmão Pedro (1Pedro 5), este assim exortou aos que almejam cuidar do rebanho de Deus:
"AOS presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho". ...
Tanto o estilo quanto a linguagem oferecem evidências convincentes de que a mesma pessoa escreveu Lucas e Atos. “O primeiro tratado” - Atos 1.1 é, então provavelmente , uma referência ao terceiro evangelho, como o primeiro de uma série de dois volumes. E o fato de o escrito dedicar ambos os livros a Teófilo também demonstra solidamente uma autoria comum. Visto que a tradição atribui com unanimidade essas duas obras a Lucas, o médico, um companheiro próximo de Paulo (Colossenses 4.14; Filemom 24; 2Timóteo 4.11), e, como as evidências internas sustentam esse ponto de vista, não há motivos para contestar a autoria de Lucas.
Eruditos que admitem que Lucas usou o Evangelho de Marcos como fonte para escrever seu próprio relato datam Lucas por volta do ano 70 dC. Outros, entretanto, salientam que Lucas o escreveu antes de Atos, que ele escreveu durante o primeiro encarceramento de Paulo pelos romanos, cerca de 63 dC. Como Lucas estava em Cesaréia de Filipe durante os dois anos em que Paulo ficou preso lá (Atos 27.1), ele teria uma grande oportunidade durante aquele tempo para conduzir investigações que ele menciona em 1.1-4. Se for este o caso, então o Evangelho de Lucas pode ser datado por volta de 59-60 dC, mas no máximo até 75 dC.
Uma característica distinta do Evangelho de Lucas é sua ênfase na universalidade da mensagem. Do cântico de Simeão, louvando Jesus como “luz... Para as nações” (2.32) ao comissionamento do Senhor ressuscitado para que se “pregasse em todas as nações” (24.47), Lucas realça o fato de que Jesus não é apenas o Libertador dos judeus, mas também o Salvador de todo o mundo.
A fim de sustentar esse tema, Lucas omite muito material que é estritamente de caráter judaico. Por exemplo, ele não inclui o pronunciamento de condenação de Jesus aos escribas e fariseus (Mateus 23), nem a discussão sobre a tradição judaica (Mateus 15.1-20; Marcos 7.1-23). Lucas também exclui os ensinamentos de Jesus no Sermão da Montanha que tratam diretamente do seu relacionamento com a lei (Mateus 5.21-48; 6.1-8, 16-18). Lucas também omite as instruções de Jesus aos Doze para se absterem de ministrar aos gentios e samaritanos (Mateus 10.5).
Por outro lado, Lucas inclui muitas características que demonstram universalidade. Ele enquadra o nascimento de Jesus em um contexto romano (2.1-2; 3.1), mostrando que o que ele registra tem significado para todas as pessoas. Ele enfatiza ainda, as raízes judaicas de Jesus. De todos os escritores dos Evangelhos só ele registra a circuncisão e dedicação de Jesus (2.21-24), bem como sua visita ao Templo quando menino (2.41-52). Somente ele relata o nascimento e a infância de Jesus no contexto de judeus piedosos como Simeão, Ana, Zacarias e Isabel, que estavam entre os fiéis restantes “esperando a consolação de Israel” (2.25). Por todo o Evangelho, Lucas deixa claro que Jesus é o cumprimento das esperanças do Antigo Testamento relacionadas à salvação.
Um versículo chave do evangelho de Lucas é o 19.10, que declara que Jesus “veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Ao apresentar Jesus como Salvador de todos os tipos de pessoas, Lucas inclui material não encontrado nos outros evangelhos, como o relato do fariseu e da pecadora (7.36-50); a parábola do fariseu e o publicano (18.9-14); a história de Zaqueu (19.1-10); e o perdão do ladrão na cruz (23.39-43).
Lucas ressalta as advertências de Jesus sobre o perigo dos ricos e a simpatia dele pelos pobres (1.53; 4.18; 6.20-21,24-25; 12.13-21; 14.13; 16.19-31; 19.1-10).
Este evangelho tem mais referências à oração do que os outros evangelhos. Lucas enfatiza especialmente a vida de oração de Jesus registrando sete ocasiões em que Jesus orou que não são encontrados em mais nenhum outro (3.21; 5.16; 6.12; 9.18,29; 11.1; 23.34,46). Só Lucas tem as lições do Senhor sobre a oração ensinada nas parábolas do amigo importuno (18.9-14). Além disso, o evangelho é abundante em notas de louvor e ação de graças (1.28,46-56,68-79; 2.14,20,29-32; 5.25-26; 7.16; 13.13; 17.15; 18.43).
Além de apresentar Jesus como o Salvador do mundo, Lucas dá os seguintes testemunhos sobre ele:
Jesus é o Profeta cujo papel equipara-se ao Servo e Messias (4.24; 7.16,39; 919; 24.19). Jesus é o Homem ideal, o perfeito Salvador da humanidade. Jesus é o Messias. Lucas não apenas afirma sua identidade messiânica, mas também tem o cuidado de definir a natureza de seu messianismo. Jesus é, por excelência, o Servo que se dispõe firmemente a ir a Jerusalém cumprir seu papel (9.31.51). Jesus é o Filho de Davi (20.41-44), o Filho do Homem (5.24) e o Servo Sofredor (4.17-19, que foi contado com os transgressores (22.37). Jesus é o Senhor exaltado. Lucas refere-se a Jesus como “Senhor”. Jesus é o amigo dos proscritos humildes. Ele é constantemente bondoso para com os rejeitados.
Há referências explicitas ao Espírito Santo, ressaltando sua obra tanto na vida de Jesus quanto no ministério.
Em primeiro lugar: a ação do Espírito Santo é vista na vida de várias pessoas fiéis, relacionadas ao nascimento de João Batista e Jesus (1.35,41,67; 2.25-27), bem como no fato de João ter cumprido seu ministério sob a unção do Espírito Santo (1.15).
Em segundo lugar: O Espírito Santo capacita Jesus para cumprir seu ministério — o Messias ungido pelo Espírito Santo. Nos capítulos 3-4, há referencias ao Espírito, usadas com força progressiva.
1) O Espírito desce sobre Jesus em forma corpórea, como uma pomba (3.22); 2) Ele leva Jesus ao deserto para ser tentado (4.1); 3) Após sua vitória sobre a tentação, Jesus volta para a Galiléia no poder do mesmo (4.14) 4) Na sinagoga de Nazaré, Jesus lê a passagem messiânica: “O Espírito do Senhor está sobre mim...”(4.18; Isaías 61.1-2), reivindicando o cumprimento nele (4.21); Então, 5) evidência em seu ministério está repleta (4.31-44) e continua em todo seu ministério de poder e compaixão.
Em terceiro lugar: O Espírito Santo, através de oração de petição leva a cabo o ministério messiânico. Em momentos críticos daquele ministério, Jesus ora antes, durante ou depois do acontecimento crucial (3.21; 6.12; 9.18,28; 10.21). O mesmo Espírito Santo que foi eficaz através de orações de Jesus dará poder as orações dos discípulos (18.1-8) e ligará o ministério messiânico de Jesus ao ministério poderoso deles (24.48.49).
Em quarto lugar: O Espírito Santo espalha alegria tanto a Jesus como à nova comunidade. Cinco palavras gregas denotando alegria ou exultação são usadas duas vezes com mais frequência tanto Lucas como Mateus ou Marcos. Quando os discípulos voltam com alegria de sua missão (10.17), “Naquela mesma hora, se alegrou Jesus no Espírito Santo e disse...” (10.21). Enquanto os discípulos estão esperando pelo Espírito prometido (24.49), “adorando-o eles, tornaram com grande júbilo para Jerusalém. E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a DEUS” (24.52-53). ...
. Doença infecto-contagiosa ocasionada por uma variante do vírus influenza A H1N1.
Também denominada Gripe Mexicana, Gripe Norte-Americana, Influenza norte-americana ou Nova Gripe.
A transmissão pode ocorrer pelo contato com animais infectados (porco-homem) e também entre humanos (homem-homem). Até o momento não foi registrado nenhum caso de contaminação por contato com animais mas somente pelo contato entre humanos.
O consumo de carne de porco não acarreta doença, uma vez que o vírus é inativado pelo calor. Esta afecção está sendo considerada epidêmica no México, onde o governo já anunciou 149 mortes confirmadas causadas pelo H1N1 e 1600 casos suspeitos, levando a Organização Mundial da Saúde a declarar que a doença é uma “emergência na saúde pública internacional” com grandes chances de tornar-se uma pandemia.
A contaminação se dá da mesma forma que a gripe comum, por via aérea, contato direto com o infectado, ou indireto (através das mãos) com objetos contaminados.
Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói o vírus da gripe suína.
Não foram identificados animais (porcos) doentes no local da epidemia (México). Trata-se, possivelmente, de um vírus mutante, com material genético das gripes humana, aviária e suína.
Assim como a gripe humana comum, a suína apresenta os sintomas: febre, cansaço, fadiga, dores pelo corpo, tosse e ainda sintomas característicos como diarreia ou vômitos.
De acordo com a OMS, o medicamento antiviral oseltamivir, em testes iniciais mostrou-se efetivo contra o vírus H1N1.
Ter hábitos de higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas de prevenir a transmissão da doença.
Os criadores de porcos querem mudar o nome da doença de gripe suína, para gripe mexicana, devido ao surto da doença ter ocorrido no México. Eles reivindicam que o nome deve ser mudado pois os criadores temem que haja impacto negativo nas vendas de carne de porco, embora já seja certo de que o consumo de carne suína não transmite a doença.
Para evitar que a suinocultura sofra prejuízos ao ser associada a esta doença, Androulla Vassiliou comissária de Saúde da União Européia, declarou que o seu nome poderia ser alterado para “Nova gripe”.
Alguns defendem a idéia que a enfermidade deveria ser denominada “gripe norte-americana” ou “influenza norte-americana.”
. Dentre milhares, existem os que vivem caindo em armadilhas! E nas astutas ciladas!!
Se entendemos bem as coisas, a cruz do evangelicalismo popular não é a cruz do Novo Testamento. É, antes, um novo ornamento brilhante que repousa sobre o peito de um cristianismo carnal e seguro de si...
Cremos que a necessidade imperativa não é a de um simples reavivamento, mas de uma reforma radical que chegue a raiz de nossos males morais e espirituais e trate das causas, e não das consequências, da doença e não dos sintomas.
A velha cruz matava homens; a nova cruz os entretém.
A velha cruz condenava, a nova cruz os diverte.
A velha cruz destruía a confiança na carne, a nova cruz a estimula...
A carne sorridente e confiante, prega e canta sobre a cruz; diante dessa cruz ela se curva e para essa cruz aponta com uma teatralidade cuidadosamente ensaiada - mas sobre essa cruz ela não morrerá, e ela se recusa teimosamente a suportar a vergonha dessa cruz.
... o milagre é que Deus ainda não tenha feito cair sobre todos nós o Seu juízo por causa da apostasia de nossa época.
...vivemos numa época em que os evangélicos utilizam constante e levianamente clichês como "Deus me disse" isto ou aquilo. Alguns pregadores, dão a impressão de ter acabado uma conversa exclusiva com Deus pelo telefone...
Nossos antepassados bíblicos não tinham um conceito tão banal da santa voz de Deus. Quando os filhos de Israel receberam os Dez Mandamentos, caíram com seus rostos por terra...
Ouvir a voz de Deus não é uma coisa banal; presumir falar em nome de Deus, certamente, é assumir uma responsabilidade terrível. Lutero dizia que seus joelhos tremiam quanto tinha que pregar. Spurgeon, o brilhante pregador inglês, disse que "tremia de medo" de interpretar erradamente a Palavra.
O que se ignora em tudo isso é que fé só é boa quando está ligada à verdade...
Para a igreja, esta deveria ser a hora da oportunidade. A igreja pode oferecer uma visão moral a um povo errante; a igreja pode preencher um vácuo e demonstrar que há um Deus vivo e soberano que é a fonte da Verdade.
Todavia, a igreja se acha em problemas quase tão grandes quanto os da própria cultura, pois adotou o próprio sistema de valores: fama, sucesso, materialismo e celebridade...
A preocupação com esses valores perverteu a mensagem da igreja. Quando indagado sobre a razão do sucesso de seu chefe, o assistente de um famoso pastor "televisivo" respondeu sem hesitar: "Damos ao povo o que o povo quer".
Essa heresia está na base da mais perigosa mensagem pregada em nossos dias: O evangelho do quanto-é-que-eu-levo-nisso.
... a igreja satifaz nosso desejo de "nos sentirmos bem" ao invés de responder nossa necessidade de sermos espiritualmente desafiados e alimentados por meio de uma exposição consistente das escrituras.
E, neste aspecto espiritual, Charles Colson, Jacques Ellul, A.W.Tozer, permitiram que Deus lhes conduzissem por um caminho de luz, sabedoria, entendimento e esperança, somente, nAquele que é Senhor e Mestre. ...
Se você acredita que Deus, e que se converter a fé cristã, vai solucionar seus problemas financeiros, você está redondamente enganado!
Isso é uma grande mentira pregada por quem não tem compromisso com a verdade bíblica, são pessoas motivadas por sua torpe ganância e que pagarão um alto preço por estarem desviando as ovelhas do Senhor do caminho correto!
Leia a Bíblia e deixe de seguir essas tolices, textos isolados não querem dizer toda a verdade que se encontra no capítulo completo onde ele foi lido. Verifique! Não seja mais enganado por esses falsos profetas!
. Em verdade, jamais se encontrará "entendimento" através da teologia.
Entendimento se encontra examinando a Palavra de Deus dia e noite, com humildade, orações, de joelhos, jejuns, mansidão, com o coração voltado para Jesus e não para interesses pessoais, e muito menos em movimentos criados por homens, nos consagrando a Deus “e não sendo conformados com este mundo, mas sendo transformados pela renovação do nosso entendimento, para que experimentemos qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2).
Mas de joelhos? Aprendemos com Davi no salmo 95.6, que era segundo o coração de Deus, “Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor que nos criou”.
Agora, precisamos distinguir o que é busca de entendimento e busca de conhecimento/sabedoria humana/instrução, sendo que dentro das salas de aula estão, como podemos aludir 2Timóteo 2.7, “sempre aprendendo, mas nunca podendo chegar ao pleno conhecimento da verdade”, pois quem busca conhecimento/sabedoria humana/instrução, vive o seu exibicionismo acadêmico excêntrico, e, “assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor” (Jeremias 9.23,24).
Agora, para buscar entendimento se procede assim, “então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração” (Jeremias 29.12,13), e também, “clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes” (Jeremias 33.3).
E quando se humilha perante o Senhor Deus (o que é difícil encontrar no meio chamado evangélico), “então me disse: Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras” (Daniel 10.12).
Assim, “o entendimento para aqueles que o possuem, é uma fonte de vida, mas a instrução dos tolos é a sua estultícia” (Provérbios 16.22), por qual temos a certeza “e sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1João 5.20).
Mas os líderes almofadinhas, cheios de títulos, achando que são os donos da igreja, mercenários, amantes de si mesmos, que estão à frente destes discursos inflamados em cima de seus púlpitos particulares e a meia dúzia de sábios evangélicos, afirmamos “por que lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não com entendimento” (Romanos 10.2).
Entendemos que a sabedoria humana (a que se adquire em bancos de escola/faculdade/cursos) não levará ninguém para o Reino de Deus, mas sim amar a Deus de todo o coração, entendimento, alma, forças, ao próximo, “e o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só Deus, e que não há outro além Dele; E que amá-Lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios. E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E já ninguém ousava perguntar-lhe mais nada” (Marcos 12.32-34).
Sendo o nosso Deus, fogo consumidor, assim nos diz “instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio para que não se cheguem a ti” (Salmo 32.8,9)
Por fim, conhecemos uma espírita professora universitária de história e biologia que cursa teologia e um teólogo com especialização em grego por uma Universidade Federal, que pastoreou uma igreja batista, sendo defensor da tatuagem e do piercing. Estes não adquiriram “entendimento” em sala de aula de teologia!!! ...
. E, ouvindo isto, um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado o que comer pão no reino de Deus. (Lucas 14.15)
Quantos estão escusando-se de participar da grande Ceia, a qual o Senhor convidou a muitos. Já tudo está preparado.
As coisas e prazeres deste mundo estão desviando a atenção do reino de Deus, certa expectação pelo dia de amanhã. Uma horrenda preocupação em ser o dono da verdade acima da soberania de Deus, vem tomando conta do meio evangélico...
E todos a uma começam a escusar-se!
Certa preocupação em possuir uma nova casa e importa ir vê-la;
A compra do carro novo, e experimentá-lo!
Casamentos, e, portanto não podem ir.
Enfim, o bel-prazer, a avareza, o desejo no enriquecimento, a barganha dizimista, o exibicionismo, os prazeres mundanos, estão levando milhares de milhares a escusar da misericórdia de Deus para com o homem, Jesus Cristo...
Evangélicos se amontoam em cultos, shows gospel, num desejo frenético de satisfazer os desejos da carne, em detrimento ao louvor verdadeiro ao Senhor dos senhores...
Evangélicos se enfileiram em templos na tentativa de troca entre bênçãos e dízimos...
Evangélicos se acotovelam na tentativa de tocar em seus pastores gurus ou cantores ídolos...
Mas escusam-se de fazer a vontade de Deus, deixar as coisas do mundo e seguir a Cristo!
O Senhor é quem faz a enérgica declaração de que serão excluídos todos os que originalmente foram chamados. Mas isto não significa que o céu exclui arbitrariamente a ninguém. O Senhor simplesmente anula Seu convite original, que tinha sido tão rudemente recusado.
Deixemos de perca de tempo, a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim O adorem... a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.
Deus não se deixa escarnecer. Visto como na sabedoria de Deus muitos do meio evangélico não conheceram a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. ...
. E com muita alegria, que em nosso humilde blog, editamos estes nobres e amáveis SELOS, que nossos amados irmãos nos tem agraciado.
Louvamos ao Senhor! Por Seu infinito Amor que nos tem derramado, nos iluminando para que, tudo quanto façamos, façamos para a glória, para a honra e para o louvor de nosso Amado Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Estas tão gentis indicações, nos trazem uma maior união e nos fortalece a estarmos persistindo na defesa do Santo evangelho de Jesus Cristo.
Indicamos nossos amados irmãos, todos que nos acompanham e nos visitam, e que adoram ao Senhor e divulgam Sua Palavra, pois, são merecedores de tal distinção como difusores e incentivadores culturais... Selo "nota 10" - Deus abençoe ricamente nossas amadas irmãs Meire e Misrai Atanasio.
Award - Deus abençoe ricamente nossa amada irmã Eloiza Nogueira.
Selo "Este Blog dá-me Energia" - Deus abençoe ricamente nossa amada irmã Sandra Veneziani.
Selo "Diga ao fraco eu sou forte" - Deus abençoe ricamente nosso amado irmão Allen Sarlo/AD Assú - RN
Selo - "Seu blog é Roxie - Alegre e Criativo" - Deus abençoe ricamente nossa amada irmã Sandra Veneziani
. O que é a igreja? O pensamento de Deus não é o cristianismo; não é o de ter igrejas como centros organizados do cristianismo; não é a propagação do ensino e empreendimento cristãos.
O pensamento de Deus é o de ter um povo na terra no qual, e no meio do qual, Cristo é tudo em todos. Esta é a Igreja.
Temos que revisar nossas idéias. No pensamento de Deus a Igreja começa e termina com isto – a absoluta supremacia do Senhor Jesus Cristo.
E o que Deus está sempre buscando é juntar aqueles de Seu povo que mais completamente concretizarão este pensamento dEle, e serão para Ele a satisfação de Seu próprio desejo eterno: o Senhor Jesus em todas as coisas tendo a preeminência e sendo tudo em todos.
Ele ignora a grande instituição, a assim chamada “igreja”, e está com aqueles que em si mesmos são de um humilde e contrito espírito e que tremem diante de Sua palavra, e nos quais o Senhor Jesus é o único objeto de reverência e adoração. Estes satisfazem o coração de Deus. Estes, para Ele, são a resposta à Sua eterna busca.
Vocês percebem que a Palavra de Deus diz isto. Vejam novamente Colossenses 3.11: “no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos”.
Eles têm se revestido “do novo homem, que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou”. Observem atentamente estas palavras e entenderão que este é o homem corporativo, a Igreja, o Corpo de Cristo, “a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (Efésios 1.23).
E ali, naquele homem corporativo, não pode haver grego ou judeu. Note as palavras. Não diz que gregos e judeus se unem em uma abençoada comunhão. Não, não há nacionalidades na igreja; temos nos livrado de todas as nacionalidades, e agora temos um novo homem espiritual, uma nova criação, onde não pode haver grego, judeu, escravo, livre. Todas as distinções terrenas se foram para sempre – é um novo homem. O braço direito não é um judeu e o braço esquerdo um grego!
Não, isto passou. Nesta Igreja há apenas um novo homem – não uma combinação onde anglicanos, metodistas, batistas, congregacionais e todo o resto se juntam e esquecem suas diferenças por um tempo; isto não é a Igreja. Na Igreja estas diferenças não são meramente cobertas por um tempo – elas não existem. Há um Corpo, um Espírito. A Igreja é isto, “Cristo é tudo em todos”. Tenha isto e tem-se a Igreja. Chamar qualquer outra coisa de Igreja e deixar isto de fora é uma contradição. Testem-na através disto.
Se for verdade que a vida cristã conforme o pensamento e a mente de Deus é somente isto, “Cristo, tudo em todos”, então somos eu e você verdadeiros crentes? Pois temos visto que mediante a cruz nós desaparecemos para dar lugar para o Senhor Jesus. Agora, se professamos ter vindo pelo caminho do Calvário até o Senhor, a implicação é que desaparecemos por intermédio desta cruz, para que Cristo seja tudo em todos.
O que pensar? Queremos nós um pedacinho do mundo? Nós ainda voluntariamente nos apegamos a esta ou aquela coisa fora do Senhor, porque o Senhor Jesus não tem nos satisfeito plenamente e precisamos ter um contrapeso? Um crente mundano é uma contradição de termos.
Ter um pouquinho de algo fora de Cristo é negar o Calvário e permanecer diretamente em oposição ao eterno propósito de Deus referente a Cristo. Você assume esta responsabilidade? Deus determinou isto desde toda a eternidade no referente a Seu Filho.
Podemos nós professar pertencer ao Senhor Jesus e ao mesmo tempo ainda não ser verdade que Ele é tudo em todos para nós? Se podemos, há algo errado, há uma negação, uma contradição. Estamos nos opondo ao pensamento e propósito de Deus.
Em 64 dC, Nero acusou a comunidade cristã de colocar fogo na cidade de Roma, e por esse motivo instigou uma temerosa perseguição na qual Paulo e Pedro morreram. Em meio a uma igreja perseguida, vivendo constantemente sob ameaça de morte, o evangelista Marcos escreveu suas “boas novas”. Está claro que ele quer que seus leitores tomem a vida e exemplo de Jesus como modelo de coragem e força. O que era verdade para Jesus deveria ser para os apóstolos e discípulos de todas as idades.
No centro do Evangelho há pronunciamentos explícito de “que importava que o Filho do Homem padecesse muito, e que fosse rejeitado pelos anciãos, e pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto, mas que, depois de três dias, ressuscitaria” (8.31) Esse pronunciamento de sofrimento e morte é repetido (9.31; 10.32-34), mas torna-se uma norma para o comprometimento do discipulado: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz e siga-me” (8.34). Marcos guia seus leitores à cruz de Jesus, onde eles podem descobrir o significado e esperança em seu sofrimento.
Marcos estrutura seu Evangelho em torno de vários movimentos geográficos de Jesus, que chega ao clímax com sua morte e ressurreição subsequente. Após a introdução (1.1-13), Marcos narra o ministério público de Jesus na Galiléia (1.14-9.50) e Judéia (capítulos 10-13), culminando na paixão e ressurreição (capítulos 14-16). O Evangelho pode ser visto como duas metades unidas pela confissão de Pedro de que Jesus era o Messias (8.17-30) e pelo primeiro anúncio de Jesus e sua crucificação (8.31).
Marcos é o menor dos Evangelhos, e não contém nenhuma genealogia e explicação do nascimento e antigo ministério de Jesus na Judéia. É o evangelho da ação, movendo-se rapidamente de uma cena para outra. O Evangelho de João é um retrato estudado do Senhor, Mateus e Lucas apresentam o que poderia ser descrito como uma série de imagens coloridas, enquanto que Marcos é como um filme da vida de Jesus. Ele destaca as atividades dos registros mediante o uso da palavra grega “euteos” que costuma ser traduzia por “imediatamente”. A palavra ocorre quarenta e duas vezes, mais do que em todo o resto do Novo Testamento. O uso frequente do imperfeito por Marcos denotando ação contínua, também torna a narrativa rápida.
Marcos também é o Evangelho da vivacidade. Frases gráficas e surpreendentes ocorrem com frequência para permitir que o leitor reproduza mentalmente a cena descrita. Os olhares e gestos de Jesus recebem atenção fora do comum. Existem muitos latinismos no Evangelho (4.21; 12.14; 6.27; 15.39). Marcos enfatiza pouco a lei e os costumes judaicos, e sempre os interpreta para o leitor quando os menciona. Essa característica tende a apoiar a tradição de que Marcos escreveu para uma audiência romana e gentílica.
De muitas formas, ele enfatiza a Paixão de Jesus de modo que se torna a escala pela qual todo o ministério pode ser medido: “Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (10.45). Todo o ministério de Jesus (milagres, comunhão com os pecadores, escolha de discípulos, ensinamentos sobre o reino de Deus, etc.) está inserido no contexto do amor oferecido pelo Filho de Deus, que tem seu clímax na cruz e ressurreição.
Esse livro não é uma biografia, mas uma história concisa da redenção obtida mediante o trabalho expiatório de Cristo.
Marcos demonstra as reivindicações messiânicas de Jesus enfatizando sua autoridade como Mestre (1.22) e sua autoridade sobre satanás e os espírito malignos (1.27; 3.19-30), o pecado (2.1-12), o sábado (2.27-28; 3.1-6), a natureza (4.35-41; 6.45-52), a doença (5.21-34), a morte (5.35-43), as tradições legalistas (7.1-13,14-20), e o templo (11.15-18).
Título de abertura do trabalho de Marcos, “Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (1.1), fornece sua tese central em relação a identidade de Jesus como o Filho de Deus. Tanto o batismo quanto a transfiguração testemunham sua qualidade de Filho (1.11; 9.7).
Em duas ocasiões, os espíritos imundos o reconhecem como Filho de Deus (3.11; 5.7). A parábola dos lavradores malvados (12.6) faz alusão à qualidade de Filho divino de Jesus (12.6).
Por fim, a narrativa da crucificação termina com a confissão do centurião: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus” (15.39).
O titulo que Jesus usava com mais frequência para si próprio, em Marcos, é “Filho do Homem”. Como designação para o Messias, este termo (ver Daniel 7.13) não era tão popular entre os Judeus como o título “Filho do Homem” para revelar e para esconder seu messianismo e relacionar-se tanto com Deus quanto com o homem.
Marcos, atentando para o discipulado, sugere que os discípulos de Jesus deveriam ter um discernimento amplo ao mistério de sua identidade. Mesmo apesar de muitas pessoas interpretarem mal sua pessoa e missão, enquanto os demônios confessam sua qualidade de Filho de Deus, os discípulos de Jesus precisam ver além de sua missão, aceitar sua cruz e segui-Lo. A segunda vinda do Filho do Homem revelará totalmente seu poder e glória.
Junto com os outros escritores do Evangelho, Marcos recorda a profecia de João Batista de que Jesus “vos batizará com o Espírito Santo” (1.8), Os crentes seriam totalmente imersos no Espírito, como os seguidores de João o eram nas águas.
O Espírito Santo desceu sobre Jesus em seu batismo (1.10), habilitando-o para seu trabalho messiânico de cumprimento da profecia de Isaías (Isaías 42.1; 48.16; 61.1-2). A narrativa do ministério subsequente de Cristo testemunha o fato de que seus milagres e ensinamentos resultaram da unção do Espírito Santo.
Marcos declara graficamente que “o Espírito o impeliu para o deserto” (1.12) para que fosse tentado, sugerindo a urgência por encontrar e vencer as tentações, que queria corrompê-lo antes que se embarcasse em uma missão de destruir o poder do inimigo nos outros.
O pecado contra o Espírito Santo é colocado em contraste com “todos os pecados” (3.28), pois esses pecados e blasfêmias podem ser perdoados. O contexto define o significado dessa verdade assustadora. Os escribas blasfemaram contra o Espírito Santo ao atribuírem a satanás a expulsão dos demônios. Que Jesus realizava pela ação do Espírito Santo (3.22). Sua visão prejudicada tornou-os incapazes do verdadeiro discernimento. A explicação de Marcos confirma o motivo de Jesus ter feito essa grave declaração (3.30).
Jesus também refere à inspiração do Antigo Testamento pelo Espírito Santo (12.36). Um grande estímulo aos cristãos que enfrentam a hostilidade de autoridades injustas é a garantia do Senhor de que o Espírito Santo falará através deles quando testemunharem de Cristo (13.11).
Além das referências explícitas ao Espírito Santo, Marcos emprega palavras associadas com o dom do Espírito, como poder, autoridade, profeta, cura, imposição de mãos, Messias e Reino.
... Foto: Página 117 do Codex Khabouris - final do Evangelho de Marcos e início do Evangelho de Lucas (o texto em vermelho - rúbrica - conecta os dois livros) - Portanto, o Codex Khabouris é uma cópia feita no século XI, de um manuscrito do século IV. Paul Younan acredita ainda que este manuscrito do século IV é uma cópia do Novo Testamento em Aramaico mais antigo ainda, provavelmente do século I.
"Assim, com o Khabouris temos, creio eu, um texto de 3a. geração que estava muito próximo ao original, uma vez que só 2 … ou um máximo de 3 escribas, no total, tiveram suas mãos em cima. É por isso que é tão valioso. É apenas o 3o. elo da cadeia." .
. Somos agraciados pela Palavra de Deus para não nos deixa confundidos:
“E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.”
Devemos por Amor a obra de Deus, não procurar os sinais, mas estes nos seguirão.
Basta tão somente crer!
Muito embora, nosso Amado Senhor sempre cooperar com os que crêem, confirmando assim os sinais que se seguem, muitos, milhares, buscam tais sinais através de outrem...
Milhares estão crendo que o “homem” é quem é detentor de tais sinais, e milagres.
Milhares abarrotam salões em busca destes sinais, em busca de cura da carne, em busca de um milagreiro, sem jamais virem a contemplar a graça que há em Cristo Jesus!
Buscam a imposição de mãos e orações de homens fraudulentos, homens como Simão (Atos 8.18,19), vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro...
Mas, devemos nos acautelar, pois, o Espírito Santo alerta para que, homens amantes de si mesmos, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira.
Muitos sinais de mentira são realizados em cultos show, onde sempre há a introdução de alguma manobra de se arrecadar recursos para supostamente manter tais locais, encobertamente afirmando ser obra de Deus, tornando assim o evangelho da graça de nosso Senhor Jesus Cristo em moeda de barganha, utilizam o nome de Jesus como moeda, fazendo milhares de incautos em presas fáceis, milhares de gananciosos em suporte financeiros do deleite de homens avarentos! Vendedores de credenciais, parceiros fraudulentos!
Utilizam o evangelho da graça em moeda para seus próprios proveitos, afirmam ser para manutenção de templos, mas desviam tais recursos na compra de mansões, fazendas, chegando ao desvio de dinheiro alheio para o exterior e na aquisição de bens materiais para suas famílias!
Estes negociadores evangélicos religiosos suprimem a vontade de Deus: “de graça recebestes, de graça dai” ...
. Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento.
Jesus foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim Ele não abriu a sua boca.
João Batista viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Porque primeiramente Paulo nos entregou o que também recebeu: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras.
Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fomos resgatados da nossa vã maneira de viver que por tradição recebemos dos nossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.
E nos céus, eis que está no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tendo sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra:
E repousa sobre Ele o Espírito do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR. ...
. Navegando pela rede www, constatei que, em Conversas no caminho, Ricardo Barbosa, tirou as palavras da minha boca quando diz:
"A antipatia que os evangélicos vem conquistando está longe de ser fruto de sua integridade, justiça e compromisso com a verdade, mas é fruto de sua incoerência, hipocrisia, oportunismo e falta de caráter."
"A conversão não implica uma mudança de vida e de caráter, somos mais conhecidos pelo fanatismo, intolerância, fundamentalismo, esquisitice do que por seguir a Cristo, ser seus discípulos."
"O Cristo que queremos servir não é mais aquele que se revela a nós, mas um que nós criamos a partir daquilo que nos interessa."
"Tudo aquilo que é feito sem envolver o coração é feito nas trevas, não importa quão bíblico pareça ser."
. Como nos afirma Israel Belo de Azevedo, há dois tipos de pessoas: as que querem mudar e as que não querem. Entre as que não querem, há as que não precisam e há as que precisam mudar.
O legalista precisa mudar, porque sua atitude produz sofrimento, para ele e para seu próximo. Como ensinou Jesus, o legalista fecha ao homem e para si mesmo o reino dos céus (Mateus 23.13). É por isto que o Mestre chama os legalistas, que muito O importunaram, de "raça de víboras" (Mateus 3.7).
A palavra "legalismo" ou "legalista" não aparece na Bíblia. Na verdade, trata-se de uma postura doutrinária e comportamental que valoriza um sistema de regras como necessário para a salvação ou para o crescimento espiritual. O legalista esquece que a lei foi dada por intermédio de Moisés, mas a graça e a verdade vieram por intermédio de Jesus Cristo (João 1.17). Assim, a lei não teve apenas o propósito de levar a Cristo, como ensina Paulo (Gálatas 3.24), mas contém um conjunto de regulamentações a serem seguidas, mesmo depois de proclamada a graça por Jesus Cristo, como ensinam os legalistas.
Doutrina e vida andam juntas, como o demonstra a atitude de Jonas, quando recebeu a incumbência de pregar a salvação a um povo que não era o seu. A teologia de Jonas o levou a fugir. A atitude de Jonas o levou a insistir em seu comportamento legalista. Teologia e atitude têm que estar juntas para produzir um comportamento legalista. A leitura do Antigo Testamento, sem o Novo, pode fazer mal à teologia. Teologia pode fazer mal a saúde. O QUE QUEREM OS LEGALISTAS
Ao igualar justiça com obediência externa a um código de conduta, o legalismo se torna devastador por várias razões:
1. Subestima ou ignora o papel da motivação interior numa ação. 2. Põe o foco no esforço próprio e não na capacitação divina. 3. Estimula o orgulho humano em lugar de valorizar a dependência de Deus. 4. Tende a usar a Bíblia para justificar suas idéias e preferências previamente concebidas. 5. Tende a imaginar que uma pessoa é aceita por Deus em função do seu comportamento, não por causa do Seu amor. 6. Tende a impor convicções pessoais sobre outras pessoas e a condena se falharem ou não desejarem viver segundo essas regras.
Na gênese do legalismo estão alguns conceitos:
1. Desejo pelo auto-controle ("Eu preciso estar no controle para que as coisas aconteçam"). 2. Crença no poder do esforço próprio. (O fariseu não foi justificado porque achava que suas obras o credenciavam diante de Deus, tornando-o automaticamente merecedor da justificação divina. O publicano foi justificado porque viu a sua insuficiência diante de Deus) 3. Sensação de segurança dada por parâmetros e limites fixos, estáticos e tangíveis, com um imenso medo da liberdade na tomada responsável de decisões. 4. Interesse tradicionalista na manutenção do status quo, numa espécie de reverência cega ao passado, como se o passado fosse sempre melhor que o presente. For por causa desta atitude que Jesus cunhou a sua típica expressão: "Eu, porém, vos digo". 5. Tendência a dividir a vida em compartimentos definidos, com soluções instantâneas e verdades pré-estabelecidas (como ocorre nos fundamentalismos). Para o legalista, não há tons; só cores. 6. Vitória do princípio da colheita, que se baseia na relação causa-e-efeito (plantou-colheu), na teologia do mérito (mereceu-recebeu) e no desejo de justiça (os bons são recompensados e os maus são punidos), como se a ira do homem produzisse justiça (Tiago 1.20).
O legalista, portanto, baseia sua visão de mundo em preceitos legais, em regras e regulamentos, em "isto pode, isto não-pode". Predominam autoritária e opressivamente (Lucas 11.46; Mateus 23.1-5) expectativas, obrigações, tarefas, observâncias, rotinas, procedimentos, fórmulas e deveres. Há um forte sentido de obediência à lei, não ao Senhor; a regras, não a Deus; a padrões externos, não a valores internos. As regras se sobrepõem às pessoas. Ao tempo de Jesus, uma pessoa que ficasse doente no sábado precisava esperar o pôr-do-sol para ser tratada. Se num sábado, uma pessoa estivesse com fome e não tivesse preparado nada, tinha que esperar o dia seguinte para se alimentar. COMO AGEM OS LEGALISTAS
Algumas palavras podem ser arroladas para caracterizar o comportamento legalista.
Algumas pessoas concordam com o diagnóstico e com o mal-estar que produzem as atitudes que simbolizam, mas não conseguem, ou não querem, que estas palavras sejam lançadas para longe de suas vidas.
Vejamos algumas dessas atitudes em forma de palavras únicas:
PERFECCIONISMO. O legalista tende a desenvolver uma personalidade perfeccionista, o que faz dele um refém de si mesmo. Como crê na auto-santificação, o resultado é culpa. Como quer se superar sempre, nunca está satisfeito com o que alcança. Como se esforça muito, o legalista acaba exausto; anda sempre esgotado, porque nunca descansa, nunca espera que Deus faça a sua parte. Muitas vezes, a pessoa se percebe perfeccionista e até vê esta marca como uma virtude. É claro que devemos desejar a perfeição, uma vez que somos chamados a ser perfeitos. Só que a Bíblia nos diz que o aperfeiçoamento é uma obra do Espírito Santo em nós, com a nossa cooperação, nesta ordem.
CRÍTICA. O legalista tem um alto senso crítico. Nada lhe escapa. Como tem de si um conceito mais elevado do que convém, ninguém presta; ninguém passa por seu cânon.
Nem consigo mesmo ele se entusiasma. O resultado é o desânimo. Criticar, na verdade, é julgar. Estamos sempre julgando, mas o nosso julgamento deve ser feito com humildade. Segundo a Bíblia julgar "com retidão é mais aceitável ao Senhor do que oferecer sacrifício" (Provérbios 21.3). E aí precisamos nos lembrar que nossa capacidade de julgar corretamente está embotada pelo pecado. É por isto que condenamos no outro o que aprovamos em nós (Romanos 2.1). E é por isto que Jesus nos recomenda a não julgarmos para não sermos julgados (Mateus 7.1) e para que deixamos que entre em ação a justiça perfeita de Deus (Romanos 14.10).
COMPARAÇÃO. O legalista acha seguir um padrão maior, mas, na verdade, seu padrão é o outro. O comportamento que espera do outro e até de si mesmo é sempre em comparação com o de outra pessoa. O legalista tem um conceito de si mesmo mais elevado do que convém (Romanos 12.3), e é por isto que compara e se compara.
ARROGÂNCIA. O legalista é orgulhoso da sua condição espiritual, ostentando sua auto-justiça, sempre em busca da aprovação que não importa: a aprovação dos homens. Suas palavras sempre se resumem numa indisfarçada vaidade ("olha como eu vivo" -- cf. Lucas 15.1-2), em função do imenso gosto pela honra e pelo status, mesmo que termine suas frases com um "tudo para glória de Deus".
INTOLERÂNCIA. Por se achar perfeito, o legalista tende a ser intolerante; em nome do combate àquilo que acha estar errado, pode até brigar e bater. Muitas vezes, sua impaciência resvala para a hostilidade. O intolerante geralmente muda quando aquilo que sempre condena sucede à sua família.
FANATISMO. O legalista põe a verdade acima do amor. Nada é mais verdadeiro do que a sua verdade, que ele crê ser a única. Sua visão espiritual nunca inclui; sempre exclui. Sua leitura da Bíblia é cega: ele só vê o que quer ver.
HIPOCRISIA. Para o legalista só uma coisa tem valor: a aparência. Se as aparências estiverem preservadas, tudo estará bem. O hipócrita não se auto-promove para obter prestígio; no fundo, quer que imaginem que ele não é o que ele é. O hipócrita não quer, como recomendou Jesus, limpar primeiro o seu interior, para que o exterior pudesse ficar limpo (Mateus 23.26)...
Então, estejamos dispostos a responder à pergunta de Deus a Jonas: "Você tem alguma razão para essa fúria?" ou, segunda outra versão, "é razoável essa tua ira?"
Será que, os que tudo afirmam ser legalismo, realmente não são legalistas??
Mateus é um dos quatro relatos no Novo Testamento da biografia de Jesus. Como os outros, ele relata poucos episódios das muitas coisas que Jesus fez durante 33 anos na terra. Mateus inclui muitas citações do Velho Testamento, mostrando que Jesus cumpriu as grandes profecias da antiguidade.
Embora este evangelho não identifique seu autor, a antiga tradição da igreja o atribui a Mateus, o apóstolo e antigo cobrador de impostos. Pouco se sabe sobre ele, além de seu nome e ocupação. A tradição diz que, nos quinze anos após ressurreição de Jesus, ele pregou na Palestina e depois conduziu campanhas missionárias em outras nações.
Evidências externas, como citações na literatura cristã do séc I, testemunham desde cedo a existência e o uso de Mateus. Líderes da igreja do séc. II e III geralmente concordavam que Mateus foi o primeiro Evangelho a ser escrito, e várias declarações em seus escritos indicam uma data entre 60 e 65 dC.
O objetivo de Mateus é evidente na estrutura deste livro, que agrupa os ensinamentos e atos de Jesus em cinco partes. Este tipo de estrutura, comum ao judaísmo, pode revelar o objetivo de Mateus em mostrar Jesus como o cumprimento da lei. Cada divisão termina com uma fórmula como: “Concluindo Jesus estes discursos...” (7.28; 11.1; 13.53; 19.1; 26.1).
No prólogo (1.1-2.23), Mateus mostra que Jesus é o Messias ao relacioná-lo às promessas feitas a Abraão e Davi. O nascimento de Jesus salienta o tema do cumprimento, retrata a realeza de Jesus e sublinha a importância dele para os gentios.
A primeira parte (capítulos 3-7) contém o Sermão da Montanha, no qual Jesus descreve como as pessoas devem viver no Reino de Deus.
A segunda parte (8.1-11.1) reproduz as instruções de Jesus a seus discípulos quando ele os enviou para a viagem missionária.
A terceira parte (11.2-13.52) registra várias controvérsias nas quais Jesus estava envolvido e sete parábolas descrevendo algum aspecto do Reino dos céus, em conexão com a resposta humana necessária.
A quarta parte (13.53-18.35) o principal discurso aborda a conduta dos crentes dentro da sociedade cristã (capítulo 18).
A quinta parte (19.1-25.46) narra a viagem final de Jesus a Jerusalém e revela seu conflito climático com o judaísmo. Os capítulos 24-25 contém os ensinamentos de Jesus relacionados às últimas coisas.
O restante do Livro (26.1-28.20) detalha acontecimentos e ensinamentos relacionados à crucificação, à ressurreição e à comissão do Senhor à Igreja. A não ser no início e no final do Evangelho, a disposição de Mateus não é cronológica e não estritamente biográfica, mas foi planejada para mostrar que o judaísmo encontra o cumprimento de suas esperanças em Jesus.
Este Evangelho apresenta Jesus como o cumprimento de todas as expectativas e esperanças messiânicas. Mateus estrutura cuidadosamente suas narrativas para revelar Jesus como cumpridor de profecias específicas. Portanto, ele impregna seu Evangelho tanto com citações quanto com alusões ao Antigo Testamento, introduzindo muitas delas com a fórmula “para que se cumprisse”.
No Evangelho, Jesus normalmente faz alusão a si mesmo como o Filho do Homem, uma referência velada ao seu caráter messiânico (Daniel 7.13,14). O termo não somente permitiu a Jesus evitar mal-entendidos comuns originados de títulos messiânicos populares, como possibilitou-lhe interpretar tanto sua missão de redenção (como em 17.12,22; 20.28; 26.24) quanto seu retorno na glória (como em 13.41; 16.27; 19.28; 24.30,44; 26.64).
O uso do título “Filho de Deus” por Mateus sublinha claramente a divindade de Jesus ( 1.23; 2.15; 3.17; 16.16). Como o Filho, Jesus tem um relacionamento direto e sem mediação com o Pai (11.27).
Mateus apresenta Jesus como o Senhor e Mestre da Igreja, a nova comunidade, que é chamada a viver nova ética do Reino dos céus. Jesus declara: “a igreja” como seu instrumento selecionado para cumprir os objetivos de Deus na Terra (16.18; 18.15-20). O Evangelho de Mateus pode ter servido como manual de ensino para a igreja antiga, incluindo a surpreendente Grande Comissão (28.12-20), que é a garantia da presença viva de Jesus.
A atividade do Espírito Santo é evidente em cada fase e ministério de Jesus. Foi por meio do poder do Espírito que Jesus foi concebido no ventre de Maria (1.18-20).
Antes de Jesus começar seu ministério público, ele foi tomado pelo Espírito de Deus (3.16) e foi conduzido ao deserto para ser tentado pelo diabo como preparação adicional a Seu papel messiânico (4.1). O poder do Espírito habilitou Jesus a curar (12.15-21) e a expulsar demônios (12.28).
Da mesma forma que João imergia seus seguidores na água, Jesus imergirá seus seguidores no Espírito Santo (3.11). Em 7.21-23, encontramos uma advertência dirigida contra os falsos carismáticos, aqueles que na igreja, profetizam, expulsam demônios e fazem milagres, mas não fazem a vontade do Pai.
Presumivelmente, o mesmo Espírito Santo que inspira atividades carismáticas também deve permitir que as pessoas da igreja façam a vontade de Deus (7.21).
Jesus declarou que suas obras eram feitas sob o poder do Espírito Santo, evidenciando que o Reino de Deus havia chegado e que o poder de satanás estava sendo derrotado. Portanto, atribuir o Espírito Santo ao diabo era cometer um pecado imperdoável (12.28-32).
Em 12.28, o Espírito Santo está ligado ao exorcismo de Jesus e à presente realidade do Reino de Deus, não apenas pelo fato do exorcismo em si, pois os filhos dos fariseus (discípulos) também praticavam exorcismo (12.27). Mas precisamente, o Espírito Santo está executando um novo acontecimento com o Messias— “é chegado a vós o Reino de Deus” (v.28).
Finalmente, o Espírito Santo é encontrado na Grande Comissão (28.16-20). Os discípulos são ordenados a ir e a fazer discípulos de todas as nações, “batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (v.19). Isto é, eles deveriam batizá-los “no/com referência ao” nome— ou autoridade– do Deus Triúno. Em sua obediência a esta missão, os discípulos de Jesus têm garantida sua constante presença com eles. ...
. Promoção de Aniversário do blog Amenidades da Cristandade: ganhe um livro do Max Lucado!
Para comemorar um ano de blogagem e também a vinda de Max Lucado ao Brasil, o blog Amenidades da Cristandade em parceria com a editora Thomas Nelson está sorteando um exemplar do livro "Derrubando Golias".
Para participar acesse o post abaixo do blog Amenidades da Cristandade para conferir as regras:
. Mais de 800 milhões de pessoas passam fome; estima-se que a fome matatodos os dias 25.000 dessas pessoas, ou seja, uma pessoa de 3,5 em 3,5 segundos, que se acrescentam aos 400 milhões que morreram já de fome nestes últimos 50 anos. Isto significa que morre 1 criança de 5 em 5 segundos ao mesmo tempo que são desperdiçadas perto de 12 toneladas de comida.
E, nós os crentes?? O que estamos fazendo?? Lustrando bancos?? ...
. O Novo Testamento é a referência definitiva da fé cristã. Nele, se encontram consignados os acontecimentos que deram origem à Igreja de Jesus Cristo, o Filho eterno de Deus. Os Evangelhos narram o nascimento de Jesus no tempo do rei Herodes, os seus atos e ensinamentos, a sua morte numa cruz por ordem de Pôncio Pilatos, governador da Judéia, e a sua ressurreição, depois da qual se manifestou vivo àqueles que haviam antes escolhido para que anunciassem a mensagem universal da salvação.
Está também no Novo Testamento o relato dos primeiros movimentos de expansão da fé cristã, como viveram e atuaram os primeiros discípulos e apóstolos, como nasceram e se desenvolveram as primeiras comunidades e como o Espírito Santo impulsionou os cristãos de então a darem testemunho da sua esperança em Jesus Cristo para todas as raças, nações e culturas.
O processo de redigir, selecionar e compilar os textos da Bíblia prolongou-se pelo espaço de muitos séculos. Com o decorrer dos anos, foram desaparecendo os dados relativos à origem de grande parte dos livros, isto é, o momento em que os relatos e ensinamentos foram fixados por escrito, os quais até então e talvez durante muitas gerações tinham sido transmitidos oralmente.
Por outro lado, nesse longo e complexo processo de formação, é muito difícil e até mesmo impossível fixar os autores. Isso ocorre especialmente nos casos em que foram vários redatores que escreveram textos, os quais, posteriormente, foram compilados num único livro ou quando também, na composição da literatura bíblica, são utilizados ou incluídos documentos da época (p. ex., Números 21.14; Josué 10.13; Judas 14-15).
Valor espiritual da Bíblia
A Bíblia é, sem dúvida, um dos mais apreciados legados literários da humanidade. Contudo, o seu verdadeiro valor não se firma de maneira substancial no fato literário. A riqueza da Bíblia consiste no caráter essencialmente espiritual da sua mensagem, que a transforma no livro sagrado por excelência, tanto para o povo de Israel quanto para a Igreja.
Nessa coleção de livros, a Lei se apresenta como uma ordenação divina (Êxodo 20; Salmos 119), os Profetas têm a consciência de serem portadores de mensagens da parte de Deus (Isaías 6; Jeremias 1.2; Ezequiel 2-3) e os Escritos ensinam que a verdadeira sabedoria encontra em Deus a sua origem (Provérbios 8.22-31).
Esses valores religiosos aparecem não só no título de Sagradas Escrituras, mas também na forma que Jesus e, em geral, os autores do Novo Testamento se referem ao Antigo, isto é, aos textos bíblicos escritos em épocas precedentes.
Isso ocorre, p. ex., quando lemos que Deus fala por meio dos profetas ou por meio de algum dos outros livros (cf. Mateus 1.22; 2.15; Romanos 1.2; 1Coríntios 9.9) ou quando os profetas aparecem como aquelas pessoas mediante as quais "se diz" algo ou "se anuncia" algum acontecimento, forma hebraica de expressar que é o próprio Deus quem diz ou anuncia (cf. Mateus 2.17; 3.3; 4.14); também quando se afirma a permanente autoridade das Escrituras (Mateus 5.17-18; João 10.35; Atos 23.5), ou quando as relaciona especialmente com a ação do Espírito Santo (cf. Atos 1.16; 28.25). Formas magistrais de expressar a convicção comum a todos os cristãos em relação ao valor das Escrituras são encontradas em passagens como 2Timóteo 3.15-17 e 2Pedro 1.19-21.
A Igreja, tem descoberto na mensagem do evangelho o mesmo valor da Palavra de Deus e a mesma autoridade do Antigo Testamento (Marcos 16.15-16, Lucas 1.1-4, João 20.31, 1Tessalonicenses 2.13). Por isso, em 2Pedro 3.16, se equiparam as epístolas de "nosso amado irmão Paulo" (v. 15) às "demais Escrituras". Gradativamente, a partir do séc. II dC, foi sendo reconhecida aos 27 livros que formam o Novo Testamento a sua categoria de livros sagrados e, em conseqüência, a plenitude da sua autoridade definitiva e o seu valor espiritual.
Tal reconhecimento, que implica o próprio tempo da presença, direção e inspiração do Espírito Santo na formação das Escrituras, não descarta, em absoluto, a atividade física e criativa das pessoas que redigiram os textos. Elas mesmas se referem a essa atividade em diversas ocasiões (Eclesiastes 1.13, Lucas 1.1-4, 1Coríntios 15.1-3,11, Gálatas 6.11). A presença de numerosos autores materiais é, precisamente, a causa da extraordinária riqueza de línguas, estilos, gêneros literários, conceitos culturais e reflexões teológicas que caracterizam a Bíblia. ...
Você sabia que foi apenas no ano 190 dC. que a palavra grega ekklesia, que traduzimos como igreja, foi pela primeira vez utilizada para se referir a um lugar de reuniões dos cristãos? Sabia também que esse lugar de reuniões era uma casa, e não um templo, já que os templos cristãos surgiram apenas no século IV, após a conversão de Constantino?
Você sabia que os cristãos não chamavam seus lugares de reuniões de templos até pelo menos o século V? Você sabia que o primeiro templo cristão começou a ser construído por Constantino, sob influência de sua mãe Helena, em 327 dC, às custas de recursos públicos, e sua arquitetura seguia o modelo das basílicas, as sedes governamentais da Grécia e, posteriormente, de Roma, e dos templos pagãos da Síria?
Você sabia que as basílicas cristãs foram construídas com uma plataforma elevada acima do nível da congregação e que no centro da plataforma figurava o altar, e à sua frente a cadeira do Bispo, que era chamada de cátedra? Você sabia que o termo ex cathedra significa "desde o trono", numa alusão ao trono do juiz romano, e, por conseguinte, era o lugar mais privilegiado e honroso do templo?
Você sabia que o Bispo pregava sentado, ex cathedra, numa posição em que o sol resplandecia em sua face enquanto ele falava à congregação, pois Constantino, mesmo após a sua conversão ao Cristianismo, jamais deixou de ser um adorador do deus sol? Você sabia que o atual modelo hierárquico do Cristianismo, que distingue clero e laicato, teve origem e ou foi profundamente afetado pela arquitetura original dos templos do período Constantino?
Você sabia que Jesus não fundou o Cristianismo, e que o que chamamos hoje de Cristianismo é uma construção religiosa humana, feita pelos seguidores de Jesus ao longo de mais de dois mil anos de história? Você sabia que o que chamamos hoje de Cristianismo está profundamente afetado por pelo menos três grandes eras: a era de Constantino, a era da Reforma Protestante e a era dos Avivamentos na Inglaterra e nos Estados Unidos? Você sabia que é praticamente impossível saber a distância que existe entre o que Jesus tinha em mente quando declarou que edificaria a sua ekklesia e o que temos hoje como Cristianismo: Protestante, Ortodoxo, Pentecostal, Neopentecostal, Pseudopentecostal e Católico Romano?
Você sabia que os primeiros cristãos se preocuparam em relatar as intenções originais de Jesus com vistas a estender seu movimento até os confins da terra? Você sabia que este relato está registrado no Novo Testamento, mais precisamente nos Evangelhos e no livro de Atos dos Apóstolos? Você sabia que o terceiro evangelho, Evangelho Segundo Lucas, e o livro dos Atos deveriam formar no princípio uma só obra, que hoje chamaríamos de "História das origens cristãs"? Você sabia que os livros foram separados quando os cristãos desejaram possuir os quatro evangelhos num mesmo códice, e que isso aconteceu por volta de 150 dC? Você sabia que o título "Atos dos Apóstolos" surgiu nessa época, segundo costume da literatura helenística, que já possuía entre outros os "Atos de Anibal" e os "Atos de Alexandre"?
Bem, se você não sabia...Fique sabendo...e pense muito sobre tudo isso!
... Corrupção Eclesiástica e Pecado do Povo Condenado
O livro do profeta Malaquias foi escrito especificamente para o povo de Israel. Sua mensagem profética tem a sua razão e o seu lugar próprio no tempo, e no espaço
"Sentença pronunciada pelo Senhor contra Israel, por intermédio de Malaquias." (1.1)
Entende-se que o nome Malaquias significa "meu mensageiro" ou "meu anjo", não há muito para saber sobre este profeta além do que este livro diz. Está olhando para a vinda do Messias, que é chamado em 3.1 "o mensageiro da aliança".
Malaquias usa uma forma de fazer uma pergunta como se fosse vindo do povo e dando uma resposta como método de declarar verdades (1.1; 2.14,17; 3.8, 13) e de formular uma conversa entre os destinatários e remetentes (1.6-9; 2.10-17; 3.2, 7-8) formas que depois foram adotados comumente entre os Judeus.
Malaquias e Neemias falam dos mesmos assuntos acontecendo entre a vida casada dos judeus (Neemias 13.23,28; Malaquias 2.11), e os dízimos guardados pelo povo para si mesmos (Neemias 13.10,11; Malaquias 3.8).
O povo judeu está na sua terra de novo e muito relaxado nas coisas de Deus. É um apelo ao arrependimento por causa do seu pecado e à volta a Deus. Observe alguns versículos: 1.6, 1.9, 2.10, 3.7, 4.4. Note também os versículos: 1.7-8, 3.8-10. É rápido e fácil para o povo de Deus esquecer de seu Senhor.
A última palavra do Velho Testamento é "maldição". Os sacerdotes eram corruptos (1.6-2.9) e o povo também (2.10-4.3). Deus é soberano (1.6, 14; 2.5; 4.4) e justo (1.3,4,14; 2.2,3,9,12) mas gracioso também (1.2; 2.4,5; 3.6,10; 4.2,5,6). O Novo Testamento começa já com Jesus Cristo que levaria esta maldição em Si mesmo para os que confiam nEle (João 3.16; Gálatas 3.13).
O fim da era profética foi aqui, e por volta de 400 anos nenhum profeta veio. Isto fez com que todos olhassem mais intensamente para o preparador do caminho diante do Messias que foi João Batista (3.1; 4.5,6; Mateus 11.10-15; 17.11-13).
Malaquias não é mencionado em mais nenhum lugar na Bíblia, mas, de seus escritos, podemos aprender que ele teve um grande amor pelo povo de Judá e pelas cerimônias do templo. Ele foi, provavelmente, um contemporâneo de Neemias.
Como já foi mencionado, Malaquias é o último de muitos homens divinamente inspirados que, num período de uns mil anos, predisseram a vinda do Justo. Não somente eles profetizaram acerca da vinda do Messias, mas também explicaram detalhadamente ao povo seus pecados e os advertiram a respeito do justo julgamento de Deus.
Na sua declaração de abertura, Malaquias salienta o amor imutável de Deus por seu povo, devido à sua misericórdia, que dura para sempre. Este é o fundo para as reprovações e exortações que se seguem. Primeiro, o profeta salienta o desdém aberto e arrogante dos sacerdotes pela Lei e sua influência negativa sobre o povo. O profeta mostra que eles provocam muita queda no pecado. Portanto, ele os adverte de que o Senhor não será um espectador inativo, mas, a não ser que eles se arrependam, serão castigados severamente.
Depois, ele salienta, em termos não – ambíguos, a traição dos sacerdotes leigos no divórcio de esposas fiéis e casamento de mulheres pagãs que praticam adoração de ídolos. Isso é seguido por uma súplica fervorosa para vigiarem suas paixões e serem fieis às esposas da sua mocidade, 2.14.
O profeta, além disso, censura as práticas não-religiosas do povo, sua recusa da justiça de Deus e sua defraudação ao Senhor, por reterem os dízimos e as ofertas exigidas.
Numa linguagem fervorosa e brilhante, Malaquias continua a descrever o tipo original do sacerdócio. Ele profetiza sobre o Sol da Justiça, sobre o Mensageiro do concerto e o grande e terrível dia do julgamento divino, no qual o justo será galardoado, e o ímpio, castigado.
Finalmente, ele exorta o povo a observar as Leis dadas a Israel através de Moisés e promete a vinda do Messias e do seu precursor, Elias (João Batista). Essa declaração conclui o Antigo Testamento e o liga à boas-novas da provisão de Deus no Sol da Justiça descrita no Novo Testamento.
No último livro do Antigo Testamento, nós encontramos claras elocuções proféticas com respeito ao repentino aparecimento de Cristo — o anjo do (novo) concerto (3.1). Aquele dia será um tempo de julgamento. “Quem subsistirá, quando ele aparecer?” (3.2). Ninguém, por suas próprias forças pode, mas, para aqueles que temem ao Senhor, “o Sol da Justiça, Jesus (3.1) nascerá e salvação trará debaixo das suas asas”, isto é, um triunfo vitorioso (4.2).
A Obra do Espírito Santo em Malaquias é evidente na sua pessoa e no ministério profético. Seus escritos demonstram que ele foi um profeta dedicado — Uma pessoa nitidamente em sintonia com o Espírito Santo. Como tal, ele podia ser efetivamente usado para advertir o povo sobre seu comportamento pecaminoso e persuadi-lo a conformar sua vida com a lei do Senhor. O Espírito Santo, além disso, outorgou a ele o privilégio de levar a linhagem de profetas escritores fiéis e dedicados a um término, permitindo a ele proclamar com clareza e fervor a sua visão da vinda de Cristo.
Observações:
1. O Formalismo e O Ceticismo.
Tem neste livro as raízes dos fariseus e dos saduceus. Formalismo — Fariseus (Farisaísmo). Ceticismo — Saduceus (Saduceísmo). Estas duas seitas judaicas que tem quando o Novo Testamento abre, podemos ver começando neste livro. Note os versículos seguintes: 1.2, 1.6-7, 2.17, 3.7-8, 3.13. Formalismo e Ceticismo evitam a verdade com auto-justificação. Isso descreve bem os fariseus e os saduceus. Eles evitaram a Palavra de Deus com suas próprias interpretações da Palavra de Deus.
E não estão muito longe disto, a grande maioria dos pastores de nossa geração!
2. A Profecia.
Jesus Cristo virá outra vez!
O Velho Testamento termina com esta promessa: 3.1. Depois de 400 anos de silêncio (entre os Testamentos), Jesus Cristo veio para ser o Salvador. Também Jesus Cristo virá no fim dos tempos a segunda vez: 4.2-6.
O Novo Testamento também termina com a mesma promessa. Jesus Cristo virá outra vez! Apocalipse 22.20.
Do mesmo jeito que depois da última promessa do Velho Testamento da Sua Vinda houve um tempo de silêncio, Ele veio; depois de muito tempo de silêncio desde a última promessa do Novo Testamento da Sua Vinda do Apóstolo João, Jesus virá outra vez com toda certeza!
. “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.”
Muitos estão buscando conquistar suas necessidades materiais na igreja, e para isto existem pregadores de credencial e diploma, de formação acadêmica pronto para exibir e exigir um comprometimento financeiro do candidato...
Há um aperfeiçoamento do ritual litúrgico, mas muito pouca busca do espiritual.
Estão buscando as coisas da terra, e não as do céu!
Há uma pregação daquilo que uma platéia frenética quer ouvir, e não para desafiar e por ousadia.
A cruz de Cristo fica para outro momento, pois o essencial é prosperidade material e cantoria gospel.
Encontra-se uma defesa a exaltação do homem em detrimento a soberania de Deus.
. Hoje, muitos blogueiros, e até os não, vez por outra, estão afiliados a alguma Comunidade Virtual, em especial NING, eu, por exemplo, participo de onze comunidades virtuais cristãs.
São locais, virtuais, de grande concentração de irmãos, onde podemos compartilhar de um amor fraternal, muitos nos fortalecem com mensagens de edificação, de ânimo, de fortaleza, de confraternização.
Existem vários irmãos sinceros, mas também muitos maquiavélicos, sem esquecer dos exibicionistas, fundamentalistas, daqueles portadores da verdade, religiosos fanáticos, alguns não aceitam críticas, outros utilizam da Palavra de Deus como arma de agredir irmão, palavras de ordem litúrgica, um sem fim de teologias e teorias, despejando versículos com pretexto de humildade, desfile de títulos acadêmicos...
A elaboração de fóruns com intuito de engrandecer o Reino de Deus, com textos edificantes, sinceros, verdadeiros, porém, há os que, são elaborados para favorecer o ego, para iludir fracos na fé, para divulgar tendências e modismos...
Há que afirmarmos sobre a diversidade de linguagem que é peculiar, um universo doutrinário de causar inveja a qualquer católico roxo inimigo de crente, sem esquecer no 'tentador' que jamais teria maquinado tal artimanha para fazer uma mistura das denominações eclesiásticas religiosas evangélicas protestantes. É uma verdadeira salada de doutrinas, onde o senso comum e a humildade não tem espaço, passam-se por cima da doutrina bíblica, o que importa é exibir o que se pensa, exibir a razão, exibir o conhecimento acadêmico, são raros os casos em que, o espiritual é abrangente.
Não poderíamos deixar de ressaltar sobre alguns criadores de comunidade virtual, eia!
Quantos egos, prepotência, deixam o Senhor Jesus Cristo de lado, para exaltarem a si mesmos, suas comunidades são mais importantes que o próprio Senhor dos senhores, são vendedores de um produto já rotulado e de propriedade alheia, neste universo a que estamos referindo, a NING.
Muitos nos qualificam como irmãos se e somente se, formos afiliados em suas comunidades, caso contrário não somos importantes e se algum dia fomos, deixamos de ser!
Muito sucesso, muita euforia!
“Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.”
. Zacarias, cujo nome significa “O Senhor se Lembra”, foi um dos profetas pós – exílicos, um contemporâneo de Ageu.
Estava na Judéia entre os judeus que voltaram para reedificar o templo e Jerusalém. Com Ageu, ele foi chamado para despertar os judeus que retornaram, para completar a tarefa de reconstruir o templo (ver Esdras 6.14). Como filho de Baraquias, filhos de Ido, ele era de umas das famílias sacerdotais da tribo de Levi. Ele é um dos mais messiânicos de todos os profetas do Antigo Testamento, dado referências distintas e comprovadas sobre a vinda do Messias.
O ministério de Zacarias começou em 520 aC, dois meses após Ageu haver completado sua profecia. A visão dos primeiros capítulos foi dada, aparentemente, enquanto o profeta ainda era um jovem (2.4). Os capítulos 7-8 ocorrem dois anos mais tarde, em 518 aC. A referência à Grécia em 9.13 pode indicar que os capítulos. 9-14 foram escritos depois de 480, quando a Grécia substituiu a Pérsia como o grande poder mundial. As profecias que abrangem o Livro de Zacarias foram reduzidas à escrita entre 520 e 475 aC.
Os exilados que retornaram à sua terra natal em 536 aC sob o decreto de Ciro, estavam entre os mais pobres dos judeus cativos. Cerca de cinquenta mil pessoas retornaram para Jerusalém sob a liderança de Zorobabel e Josué. Rapidamente, reconstruíram o altar e iniciaram a construção do templo. Logo, todavia, a apatia se estabeleceu, à medida que eles foram cercados com a oposição dos vizinhos samaritanos, que, finalmente foram capazes de conseguir uma ordem do governo da Pérsia para interromper a construção. Durante cerca de doze anos a construção foi obstruída pelo desânimo e pela preocupação com outras atividades. Zacarias e Ageu persuadiram o povo a voltar ao Senhor e aos seus propósitos para restaurar o templo.
O livro começa com a veemente palavra do Senhor para o povo se arrepender e se voltar novamente para seu Deus. O livro está repleto de referências à palavra do Senhor. O profeta não entrega sua própria mensagem, mas ele, fielmente, transmite a mensagem dada ele por Deus. O povo é chamado para se arrepender de sua apatia e completar a tarefa que não foi terminada. Zacarias encorajou o povo de Deus indicando-lhe um dia, quando o Messias reinaria de um templo restaurado, numa cidade restaurada.
Deus, então, assegura ao seu povo o seu amor e cuidado por eles, através de oito visões.
Observações Sobre as Profecias e Visões.
Primeiras Profecias. 1-8.
1. Primeira Visão. Os Quatro Cavalos. 1.8-17. Falam da reconstrução do templo.
2. Segunda e Terceira Visões. 1.18-23 e 2.1-13. Falam da mesma coisa da primeira visão com símbolos diferentes.
3. Quarta Visão. Troca de Roupa. 3.1-10. Fala da salvação de Israel. Note também a profecia da bênção futura de Israel. v. 8. Claro que fala da salvação de todos os salvos também.
4. Quinta Visão. Castiçal de Ouro. 4.1-14. As oliveiras falam de Zorobabel e Josué, e também que depois nos últimos dias virão as duas testemunhas em Apocalipse 11.
5. Sexta Visão. O Rolo Volante. 5.1-11. Fala da Palavra de Deus que julga e condena tudo que está contra Deus na obra da reconstrução do templo.
6. Sétima Visão. Os Quatro Carros. 6.1-15. Observe v. 5. Observe também v.2-3 que mostram os cavalos de cores variadas. Esta visão fala do juízo futuro das nações gentias no dia do Senhor. v.12-13.
7. Mensagem em Quatro Partes. Capítulos 7-8.
a. No cativeiro as festas eram só formalidades. 7.1-7. b. Por isso as orações deles não foram ouvidas por Deus. 7.8-14. c. A promessa da bênção sobre Israel falada. 8.1-17. d. A promessa da bênção de Israel nos últimos dias. 8.18-23.
As visões são seguidas por uma cena de coroação na qual Josué é coroado tanto como rei como sacerdote. Isso é poderosamente um simbolismo da vinda do Messias. Nos capítulos 7-9, Deus usa a ocasião de uma questão sobre o jejum para reforçar sua ordem para justiça e juízo, para substituir as formalidades religiosas.
Os capítulos 9-14, contém muita escatologia (Estudos das últimas coisas).
Zacarias é, às vezes, referido como o mais messiânico de todos os livros do Antigo Testamento. Os capítulos 9-14 são as seções mais citadas dos profetas nas narrativas dos Evangelhos. No Apocalipse, Zacarias é citado mais do que qualquer profeta, exceto Ezequiel.
Ele profetizou que o Messias virá como o Servo do Senhor, o Renovo (3.8), como o homem cujo nome é Renovo (6.12); tanto como Rei como sacerdote (6.13), e como o verdadeiro Pastor (11.4-11). Ele dá um expressivo testemunho sobre a traição de Cristo por trinta moedas de prata (11.12-13), sua crucificação (12.10), seus sofrimentos (13.7) e sua segunda vinda (14.4).
Duas referências a Cristo são de profundo significado. A entrada triunfante de Jesus em Jerusalém é descrita com detalhes em 9.9, quatrocentos anos antes do acontecimento (ver Mateus 21.4; Marcos 11.7-10).
Um dos versículos mais dramáticos das Escrituras proféticas é encontrado em 12.10, quando, na maioria dos manuscritos a primeira pessoa é usada: “E olharão para mim, a quem traspassaram...”, a definitiva recepção pela casa de Davi.
O versículo mais frequentemente citado do Antigo Testamento em referência à obra do Espírito Santo é 4.6. Zorobabel é confortado na segurança de:
1) que a reconstrução do templo não será por força militar ou por proeza humana, mas pelo ministério do Espírito Santo;
2) que o Espírito Santo removerá cada obstáculo que está no caminho, que impede a conclusão do templo de Deus.
Um triste comentário em 7.12 recorda ao povo sua rebelião contra as palavras do Senhor pelos profetas. Essas palavras foram transmitidas pelo Espírito Santo. ...
. “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem.” (Mateus 24.27)
Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo? Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.
É necessário, pelas misericórdias de Deus, que apresentemos o nosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, nosso culto racional. E não nos conformar com este mundo, mas transformados pela renovação de nossa mente, para experimentar qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.
Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no maligno.
Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando. Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus.
É preciso despertar com lembranças nossas mentes, para que nos recordemos das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos apóstolos, tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, viriam escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e vivendo como se não houvera a promessa da sua vinda! Porque, desde que nossos irmãos patriarcas dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios. Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.
E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.
O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação. E sede vós semelhantes aos homens que esperam o seu senhor, quando houver de voltar para as bodas, para que, quando vier, e bater, logo possam abrir-lhe.
Bem-aventurados aqueles servos, os quais, quando o Senhor vier, achar vigiando! Em verdade vos digo que se cingirá, e os fará assentar à mesa e, chegando-se, os servirá. E, se vier na segunda vigília, e se vier na terceira vigília, e os achar assim, bem-aventurados são os tais servos.
Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade.
Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Ora, vem, Senhor Jesus! ...
No conforto dos púlpitos e bancos de igrejas... não se vê o que é impactar!
Jesus Cristo é o Senhor!
Como é maravilhoso ouvirmos falar de nosso Amado Salvador...
Em um simples momento, Seu nome é exaltado, glorificado, as ciladas que são armadas para que o nome de Jesus não seja adorado, sempre caem por terra, se as 'igrejas' não estão dando o testemunho do amor de Jesus, trazendo só escândalos, Deus usa jovens e em momentos inesperados, Valdeno Brito vence a corrida do milhão na Stock Car e exalta o nome de Jesus Cristo, dando um testemunho do Amor de nosso Salvador (assista aos primeiros minutos)...
“Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém.”